
O conjunto da obra de Alberto Peixoto é rico em detalhes naturais, como o emprego da sua dialética e estética de construção do conteúdo, com suas características do agreste, onde essa cultura foi pouca explorada por falta de espaço…
O escritor baiano de Feira de Santana, Alberto Peixoto, que está com o seu mais novo trabalho em contos, em fase de conclusão, o livro “Dasdores, a difícil vida fácil” que está saindo do forno, com previsão de que terá lançamento muito breve pelo Selo Editorial Òmnira, por onde o autor já lançou outros três trabalhos solos, “O Enterro da Sogra” em 2006, Único Espermatozoide” em 2008 e Estórias que Deus duvida – 3ª Edição, em 2009, como também participou de várias antologias, coletâneas literárias, revistas e publicações congêneres, sempre com seus contos regionais e causos corriqueiros do cotidiano de quem conhece bem a convivência pacata e subdesenvolvida, dos municípios que constroem ao longo dos anos a história cultural educativa e folclórica do povo nordestino, escrevendo também em algumas crônicas e por hora alguns artigos em jornais.
O autor como contista, como contador de causos, narrador de historietas, ele eleva o humor do leitor, com sua narrativa impregnada de curiosidades e episódios irreverentes, ora refletivos, ora folclóricos e ousados… Alberto Peixoto que é membro da Academia de Letras do Recôncavo, conselheiro da Fundação Òmnira Cultural e Comunitária e com certeza será mais um membro da União Brasileira de Escritores – núcleo recém-fundado da Bahia; recebeu em 2009 o título de Personalidade de Importância Cultural, oferecido a um profissional que se destaca com os seus trabalhos sócio-educativos e culturais, pela Fundação Òmnira de Salvador; em 2010 recebe na cidade de Santo Antônio de Jesus/BA, o Prêmio Fama como o escritor mais lido na Região, em cerimônia concorridíssima, que contou com a presença da ex-participante do Reality Show A Fazenda e apresentadora Monique Evans, de autoridades, artistas, escritores, empresários e a imprensa local.
O conjunto da obra de Alberto Peixoto é rico em detalhes naturais, como o emprego da sua dialética e estética de construção do conteúdo, com suas características do agreste, onde essa cultura foi pouca explorada por falta de espaço, ficou esquecida pela dificuldade, por falta de oportunidades para que esse estilo se aprofundasse e aproximasse mais os leitores, que é seu público cativo, aqueles que na verdade mais prefere ler pregando peças lábias, como todo aquele leitor que admira uma boa narrativa cambaleante, como também daquele leitor que é simpático ao nordeste, familiarizado com o dialeto, com a culinária, com o humor do povo nordestino, a convivência com a terra, com os costumes daquela gente inocente, de poucas multidões e que já viveu muita fartura, outrora registrada pela história que o país escreveu na sua agricultura sustentável, suas belezas naturais, nas suas terras férteis e na sua cultura. O que na verdade faz de Alberto Peixoto, um dentre os poucos que usam a grafia de forma a não mudar o rumo da palavra, nem da presença da linguagem regional, na preservação dos costumes, representando um pigmento enfático da cultura de qualquer povo, o que mostra a raridade de estilo encontrada em seus textos.
www.fundacaoomnira.blogspot.com.
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