Os moradores do município de Antônio Cardoso, distante cerca de 140 quilômetros de Salvador, estão insatisfeitos com o funcionamento do cartório local. O órgão, que é ligado a comarca de Santo Estevão, funciona apenas dois dias da semana, na quinta e sexta-feira.
Conforme a deputada estadual Graça Pimenta (PR), o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) precisa avaliar a questão. “Antonio Cardoso tem quase 12 mil habitantes. À medida que a população cresce, a prestação de serviços, como os do cartório, tem que ser ampliada. Sugiro que o TJ analise o caso para que a população tenha um serviço de melhor qualidade ao seu alcance”, diz a parlamentar.
Graça Pimenta considera que a privatização dos cartórios baianos poderá resolver uma série de questões que envolvem a prestação de serviços nestes órgãos. “Acredito que não interessa ao cidadão um serviço gratuito, ou por preço baixo, sem que ele seja prestado com qualidade, como vem acontecendo nos cartórios. A privatização poderá tornar o serviço moderno e eficiente, mas os preços dos serviços têm que ser acessíveis à população”, salienta a deputada.
A votação do projeto que versa sobre a privatização dos cartórios deve acontecer no retorno do recesso parlamentar, programado para o mês de agosto. No momento, a Bahia conta com 1.549 cartórios.
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