O Dragão da corrupção

A cada dia a corrupção vem aumentando desastrosamente neste país e o cidadão brasileiro, vê o dinheiro dos seus impostos sendo desviado enquanto a saúde se encontra na UTI do descaso, a violência aumenta assustadoramente, a educação padece por falta de investimentos mais efetivos.

No atual drama da telenovela exibida pela Rede Globo e que vai ao ar às 21 horas – Insensato Coração – o personagem encenado por Herson Capri, o banqueiro Horácio Cortez, infelizmente retrata a realidade de grande parte dos homens de negócios e políticos brasileiros. A prova disso são os atuais escândalos veiculados nos telejornais, onde a corrupção e a falta de ética é sempre a bola da vez.

A cada dia a corrupção vem aumentando desastrosamente neste país e o cidadão brasileiro, vê o dinheiro dos seus impostos sendo desviado enquanto a saúde se encontra na UTI do descaso, a violência aumenta assustadoramente, a educação padece por falta de investimentos mais efetivos. Prenúncios de um colapso social.

Quanto à educação – ou a sua falta – é o que mais interessa à grande maioria dos políticos, porque o analfabeto, o inculto é mais fácil de ser manipulado. Grande parte da população brasileira não sabe sequer quem é o vice-presidente do Brasil, não há como avaliar se é por falta de interesse, ou por analfabetismo político. O que então se pode esperar dos eleitos? Por outro lado os que estão, sempre, envolvidos em corrupção, usam o cargo que lhe foi conferido através do voto, para benefícios próprios – o enriquecimento ilícito.

Nos últimos anos pudemos observar, em todos os meios de comunicação do país, artigos vinculados à corrupção na política e nas organizações empresariais, principalmente nas financeiras, omissão e negligência do poder público. Ouvimos todo tipo de promessas, sabendo não existir qualquer responsabilidade quanto a sua realização, na realidade estas servem como uma grande propaganda fantasiosa, sem a mínima possibilidade de realização.

Todo este material é sempre utilizado para iludir e garantir o voto da grande maioria dos eleitores, como já foi dito, analfabetos e adolescentes, parcialmente capazes, que aos 16 anos não podem dirigir um carro, mas podem eleger alguém e colocar em seus ombros toda a responsabilidade de administrar a Nação. Outro fato inusitado é que o analfabeto vota, pode eleger seus representantes, mas não pode ser votado. Todos estes acontecimentos nos levam a concluir que neste País “existem muitos Horácio Cortez”.


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