A análise dos documentos apreendidos durante a “Operação Corcel Negro”, realizada na semana passada em oito municípios do oeste baiano, está comprovando os crimes cometidos por uma rede que atuava na produção e transporte ilegais de carvão vegetal para alimentar siderúrgicas do norte de Minas Gerais, utilizando falsas notas fiscais e Documentos de Origem Florestal (DOF).
Essa informação foi dada nesta sexta-feira, dia 29, pela coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e de Investigações Criminais (Gaeco) do Ministério Público baiano, promotora de Justiça Ediene Lousado. Segundo ela, as investigações continuam em ritmo intenso, com análise das provas colhidas e, após a conclusão dessa fase, os membros da organização criminosa serão denunciados criminalmente pelo MP.
Ontem, dia 28, peritos técnicos das áreas ambiental e financeira do Ministério Público baiano e analistas do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) iniciaram a análise dos documentos apreendidos, bem como a triagem do material que será encaminhado para perícia pela Polícia Técnica. Além de analistas da Central de Apoio Técnico (Ceat) e do Ibama, também auxiliam o trabalho de análise e triagem dos documentos servidores do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Meio Ambiente (Ceama), do Gaeco e dos Núcleos Mata Atlântica (Numa) e de Defesa da Bacia do São Francisco (Nusf).







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