Entre os palestrantes do primeiro turno do “Fórum TCM-BA: 40 anos a Serviço da Cidadania”, foi marcante a dissertação do Promotor de Justiça da Bahia e Assessor Especial do Procurador Geral da Justiça, Cristiano Chaves de Farias.
Jovem e muito espirituoso, foi aplaudido ao abordar um assunto que tanto tem preocupado o povo brasileiro: “Improbidade Administrativa e Suas Consequências”. Criou imagens muito claras e até pitorescas: – Moralidade é um continente cercado de todos os ingredientes que são a probidade, a honestidade e o respeito à causa pública.
Deu uma verdadeira aula, mostrando que “improbidade administrativa é o ato ilegal ou contrário aos princípios básicos da Administração, cometido por agente público, durante o exercício de função pública ou decorrente desta. Segundo afirmou, o ato de improbidade qualificado como administrativo (ato de improbidade administrativa), é aquele impregnado de desonestidade e deslealdade.
“Porque os gestores públicos chegam ao poder através de compromissos sérios com a sociedade, que acaba sendo terrivelmente traída”. Adiante, quando falava com a imprensa, argumentou que “muitas vezes, há gestores que nem conseguem ser uma pequena ilha, porque são levados pela ganância ou pela incompetência com o trato dos recursos públicos.
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