Visitar o Museu de Arte da Bahia, no Corredor da Vitória, neste mês de março, quando Salvador faz 463 anos (nesta quinta-feira, 29/03/2012), é resgatar quatro séculos da vida da cidade, através do acervo artístico e histórico.
Representada em gravuras e pinturas, a Salvador do Século XVII ao XIX traz a visão de visitantes estrangeiros. São obras que retratam construções, igrejas e edificações vistas da Baía de Todos-os-Santos, como o Forte São Marcelo, o Convento do Carmo e a Praça do Governo.
Dentre as obras, o mapeamento de Luis dos Santos Vilhena, vindo de Portugal, em 1787, que deixou o panorama de 81 pontos da cidade; ilustrações da inglesa Maria Graham, retratando a entrada da Baía de Todos-os-Santos e a Igreja de Santo Antônio da Barra; e as imagens da Igreja do Bonfim e do Passeio Público do fotógrafo francês Vitor Frond, depois reproduzidas em pintura.
Os desenhos de Hector ‘Carybé’ Bernabó (1911-1997), datados de 1950, mostram as festas de Yemanjá e do Bonfim e oferecem ao visitante os primeiros trabalhos do argentino, naturalizado brasileiro, quando chegou a Salvador. São desenhos a nanquim, com bondes, rodas de samba e de capoeira.










Deixe um comentário