Vereador feirense Frei Cal apura denúncia de furto de materiais em obra de escola municipal. Confira debate da CMFS

Jornal Grande Bahia, compromisso em informar.
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As obras de construção da Creche Escola Professor Eduardo Miranda, no bairro Jardim Acácia, de responsabilidade da Prefeitura de Feira de Santana, estão há mais de seis meses paralisadas, segundo informa o vereador Frei Cal.

Em pronunciamento na Câmara, nesta segunda-feira (26/03/2012), o vereador disse que as obras começaram em 2008. Recebeu a informação de que, em virtude do abandono, roubaram alguns materiais na construção. Ele pretende ir ao local checar a denúncia.

“Vamos conferir o que foi roubado, já que no local tem um vigilante da empresa responsável pela obra, que recebe em torno de R$ 1.200,00 para vigiar o que está lá parado”, disse, lamentando que outras obras públicas em Feira de Santana estão passando por situação semelhante de abandono.

De acordo com o site da Prefeitura, a creche escola vai acolher crianças de zero a 6 anos, nos turnos matutino e vespertino. Serão disponibilizadas oito salas amplas, distribuídas entre Creche I, Creche II, Creche III e Pré-Escola.

A iniciativa é uma parceria entre a Prefeitura de Feira de Santana e o Governo Federal, com recursos da ordem de R$ 1.039.304, oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Econômico (FNDE).

Trabalhador é selecionado mas perde vaga em fábrica por indicação de secretário, denuncia vereador

Um cidadão inscrito nos cadastros da Casa do Trabalhador, que preencheu todos os requisitos para ocupar uma vaga na fábrica Brasfrut, no Centro Industrial do Subaé (CIS), em Feira de Santana, foi prejudicado pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Magno Felzemburg, segundo o vereador David Neto.

De acordo com o vereador, ao chegar na empresa, após passar por todas as etapas da seleção, o rapaz obteve a informação de que outra pessoa já havia sido contratada. “Magno já tinha mandado outra pessoa”, afirma David.

O vereador ainda apresentou mais uma suspeita sobre a postura do secretário: “A empresa Contorflex abriu 100 vagas em Feira de Santana. Como foi a distribuição? Precisamos de uma CPI. Ele tem emprego para dar a todo mundo. Está manipulando os empregos da Casa do Trabalhador”.

David Neto disse que poderá ingressar no Ministério Público com uma representação. “A Casa do Trabalhador tem que ser chamada de Casa de Magno. É vergonhosa esta situação”.

O vereador Lulinha considera “gravíssimas” as denúncias. Observou que a Casa do Trabalhador realiza cursos e cadastra trabalhadores através de convênios com o Governo Federal. “Acho que o Ministério Público precisa acordar. As pessoas estão sendo enganadas. Se cadastram e não conseguem emprego. Os que procuram o secretário, ficam com as vagas”.

O vereador Ronny também vê gravidade no pronunciamento do colega David Neto e pediu para constar em ata as denúncias, além de pedir cópia da gravação com as acusações.

Governo não enviou representante a sessão que tratou da Síndrome de Down

O atraso por parte da Prefeitura de Feira de Santana no repasse de verbas de subvenção para entidades como a APAE foi lamentado pelo vereador Roberto Tourinho, durante a sessão especial pela passagem do Dia da Síndrome de Down, realizada pela Câmara Municipal, na última sexta-feira (23/03/2012).

O vereador criticou a ausência de um representante do Departamento de Apoio à Pessoa com Deficiência do Município, no encontro promovido pelo Poder Legislativo através de requerimento de sua autoria.

Destacou o apoio dos vereadores na votação de projetos que visam melhorar as condições de vida das pessoas portadoras de necessidades especiais. “Eu seria injusto se não reconhecesse o apoio da totalidade da Câmara Municipal nesta luta pelas pessoas com deficiência”, afirmou.

Disse que o trabalho de entidades como a APAE e a Cromossomos 21 asseguram às pessoas com a deficiência viver uma vida próxima da realidade.

“No século passado a expectativa de vida das pessoas com síndrome de Down variava entre 30 a 40 anos; atualmente, existe uma sobrevida em torno de 70 anos”, disse o vereador.

Prefeitura não “honra” aluguel da Cromossomos 21, afirma dirigente da entidade

Um dos convidados para a série de pronunciamentos na sessão especial para marcar a passagem do Dia da Síndrome de Down, realizada na sexta-feira (23/03/2012) na Câmara de Feira de Santana, o presidente da Cromossomos 21, Hamilton Teles, criticou a postura do Governo Municipal em relação a entidade.

“Além de não liberar as subvenções sociais, a Prefeitura sequer honra com os pagamentos referentes às parcelas do aluguel da sede da entidade”, queixou-se.

Ele informou que a Cromossomos 21 assiste a cidadãos portadores da Síndrome de Down, em um espaço de aproximadamente 30 metros quadrados. Disse que o valor pago mensalmente é de R$ 450,00. São atendidas 60 famílias fixas através de uma fonoaudióloga e uma fisioterapeuta, em dois turnos semanais.

Atividades como oficina de pintura, modelagem e reforço escolar são desenvolvidas por pais voluntários, enquanto o atendimento psicológico é feito pelos próprios diretores da associação.

A sessão especial foi realizada por requerimento de autoria do vereador Roberto Tourinho. O vereador Justiniano França presidiu os trabalhos.

Presidente da APAE propõe disciplina para professor poder atuar com aluno excepcional

A proposta foi apresentada durante a sessão especial que a Câmara Municipal de Feira de Santana realizou nesta sexta-feira (23/03/2012), pela passagem do Dia da Síndrome de Down, registrado no último dia 21.

Um dos convidados para palestrar durante o encontro, o presidente da APAE – Feira de Santana, Jurandir Mato Grosso, disse que as faculdades devem incluir, em sua grade curricular, disciplina para preparação de professores para atuar junto a alunos portadores de Síndrome de Down e outras deficiências.

A sessão especial contou com a presença de dirigentes da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), da Associação Síndrome de Down e da Cromossos 21.

O vereador Justiniano França, 1º secretário da Casa da Cidadania, presidiu a sessão, convocada por iniciativa do vereador Roberto Tourinho através de requerimento.

Além de reivindicar a inclusão no ensino superior de disciplina preparatória para que professores possam se preparar visando o ensino de portadores de Síndrome de Down, o presidente da APAE reclamou também da liberação de subvenções sociais destinadas à entidade no Orçamento Municipal por indicação da Câmara.

Segundo ele, a verba de subvenção indicada pelo vereador Roberto Tourinho “demora muito de ser liberada pela Prefeitura”.


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