Nacionalização de empresa espanhola pela Bolívia preocupa governo norte-americano

Presidente dos Estados Unidos Barack Obama. Governo dos Estados Unidos se disse preocupado com a decisão do presidente da Bolívia, Evo Morales, de nacionalizar a empresa energética TDE. | Foto: Valter Campanato/ABr
Presidente dos Estados Unidos Barack Obama. Governo dos Estados Unidos se disse preocupado com a decisão do presidente da Bolívia, Evo Morales, de nacionalizar a empresa energética TDE. | Foto: Valter Campanato/ABr
Presidente dos Estados Unidos Barack Obama. Governo dos Estados Unidos se disse preocupado com a decisão do presidente da Bolívia, Evo Morales, de nacionalizar a empresa energética TDE. | Foto: Valter Campanato/ABr
Presidente dos Estados Unidos Barack Obama. Governo dos Estados Unidos se disse preocupado com a decisão do presidente da Bolívia, Evo Morales, de nacionalizar a empresa energética TDE. | Foto: Valter Campanato/ABr

O governo dos Estados Unidos se disse preocupado com a decisão do presidente da Bolívia, Evo Morales, de nacionalizar a empresa energética TDE, administrada por espanhóis. A decisão foi anunciada há dois dias sob a alegação de proteção dos trabalhadores e do povo bolivianos. A reação dos Estados Unidos, principal investidor na Bolívia, ocorre depois de a Comissão Europeia ter manifestado a mesma preocupação.

“Estamos preocupados com a decisão do governo boliviano de nacionalizar a TDE, que chega pouco depois do anúncio argentino [de expropriação da petrolífera YPF]”, disse o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Mark Toner. Segundo ele, esse tipo de ação vai “contra os investidores estrangeiros”.

Ontem (02/05/2012), o governo Morales informou que vai indenizar a Rede Elétrica Espanhola (REE) depois de avaliar os seus investimentos e passivos na filial TDE, cuja expropriação foi justificada por investimentos insuficientes. Em 16 anos, foram investidos US$ 81 milhões no país.

A REE, que há dez anos comprou 99,94% das ações da TDE, expressou sua vontade de chegar a uma solução “amigável” com o governo da Bolívia. No mês passado, o governo norte-americano pediu ao argentino que “normalizasse suas relações com a comunidade financeira internacional”, após o anúncio da expropriação dos 51% das ações da YPF.


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