O Fórum Macau, o grupo que une todos os países de língua portuguesa e a China, tem como “fio condutor” o idioma de Camões. A afirmação é da deputada da Assembleia da República em Portugal, Mónica Ferro.
Para ela, mesmo com a facilidade da China de fazer negócios, diretamente, com as nações lusófonas, o país asiático prefere valer-se da língua portuguesa para consolidar seus contatos.
Comércio
Desde sua criação em 2003, o Fórum Macau, tem aumentado, a cada ano, o volume de comércio com países lusófonos.
Somente em 2011, Brasil, China, Portugal, Timor-Leste e os países africanos de língua portuguesa, movimentaram o equivalente a R$ 334 bilhões.
A deputada Mónica Ferro falou à Rádio ONU, de Lisboa, sobre a importância econômica da cooperação.
Preço
“Os países lusófonos são ainda boas fontes de recursos naturais de que a China precisa para seu processo de crescimento econômico. São, em simultâneo, mercados com milhões de consumidores para os produtos chineses, que se firmam cada vez mais, com qualidade, a um preço que pode ser suportado ainda por países lusófonos que estão em processo de desenvolvimento. Isso faz com que esta relação Sul-Sul seja muito apetecível, mas potenciada por um fator extraordinário que é a língua portuguesa.”
Na África, fazem parte do Fórum Macau: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique.
São Tomé e Príncipe participa do grupo como observador.
Além do Fórum Macau, que integra a China, os países lusófonos estão unidos em outro grande bloco, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Cplp, que abriga todas as oito nações que falam português no mundo.
Com Informações da Rádio Onu
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