Cristofobia: Jesus Cristos e as Lésbicas do Rio Grande do Sul

Foi noticiado nos mais diversos meios de comunicação do país, no início do ano passado – 2012 – que a Associação das Lésbicas do Rio Grande do Sul, moveu uma ação exigindo a retirada de todos os “crucifixos” dos prédios públicos daquele estado, alegando que o Estado Brasileiro é “Laico”, ou seja: que não pertence ou não está sujeito a uma religião.

O estado brasileiro é laico, porém não é oficialmente ateu ou anti-religioso. Laico é a forma erudita de leigo, que no ambiente religioso significa: que não exerce funções específicas do clérigo.

Na realidade o que ocorreu no Rio Grande do Sul, foi mais uma mostra de total falta de democracia. Se os homossexuais, que atualmente conseguem tudo neste país, não professam nenhum credo, problema deles, mas é preciso que o TJ do Rio Grande do Sul saiba que a maioria esmagadora da população brasileira é Cristã. Também temos nossos direitos.

Os grupos homossexuais se escondem por trás do “Laicismo ideológico”, doutrina que proclama a laicidade absoluta das instituições sociopolíticas e da cultura, ou que pelo menos reclama para esta autonomia em face da religião, e impõem sua vontade a todos de forma absurda. Já que o Estado deve ser Laico, o Estado Lésbico venceu e os crucifixos foram todos retirados dos órgãos públicos do Estado do Rio Grande do Sul. Um absurdo!!!

Como se não bastasse as passeatas Gays, casamentos homossexuais – e que temos que engolir goela abaixo – surge agora a mais nova onda: a Cristofobia. Segundo o pastor e Deputado Federal Marco Feliciano (PSC-SP), a Cristofobia no Brasil é um movimento que se articula silenciosa e estrategicamente nos bastidores: “No mundo ela é declarada. Basta ver os países muçulmanos que assassinam cristãos e ateiam fogo em igrejas. No Brasil, declaradamente não, mas de maneira sorrateira, com ‘passos de algodão’, de maneira subliminar via mídia secular e ativistas do aborto e gays. Estes fazem de tudo para que tudo que lhes prejudique sejam os cristãos os culpados”, afirma o deputado federal.

Conforme comenta Reinaldo Azevedo em seu Blog: “Por que a Liga Brasileira das Lésbicas  não pede a demolição da Catedral de Brasília, plantada na Esplanada dos Ministérios? Por que não pede que o Rio ponha abaixo o Cristo Redentor? Urge mudar o nome de São Paulo, de Santa Catarina, do Espírito Santo, de São Luís, de centenas de cidades brasileiras que refletem a óbvia importância que o cristianismo, especialmente o catolicismo, teve entre nós”.

As facções “laicistas brasileira” são formadas, na sua grande maioria, por gays, lésbicas, abortistas, ateus entre outros, que procuram impor as suas inclinações, de forma arbitrária em nome de suas ideias anárquicas, fazendo com que o Estado de Direito deixe de ser uma Instituição Democrática, legal. Cada indivíduo brasileiro tem o direito garantido na Constituição Brasileira de expressar a sua fé,

Beijo gay

de forma pacífica, não procurando impor sua vontade como os laicistas homossexuais que procuram, a qualquer custo, destruir a família, os valores éticos, morais e bons costumes. Uns vândalos sociais.

O laicismo ideológico no Brasil avança com uma rapidez impressionante, estendendo seus tentáculos través de pequenos grupos ideológico-político, procurando a todo custo descaracterizar o Cristianismo como um conjunto de valores fundamentais à sociedade. Infelizmente, este tipo de comportamento já chegou a quase todos os segmentos sociais, políticos e até mesmo ao Supremo (?) Tribunal de Justiça, através das imposições dos grupos homossexuais que classificam tudo que vá de encontro aos seus interesses como discriminatório.

 A fobia e as imposições destes pequenos grupos, já passaram dos limites da tolerância. Se chamarem um homem, verdadeiramente homem, de macho ele não se ofende, mas se alguém chamar um homossexual de gay, coisa que ele (a) realmente o é, ele (a) se ofende e se acha discriminado (a). Isto é uma prova real de que nem eles (as), aceitam a sua condição de homossexuais.

Crucifixo em Repartição Pública

A retirada dos crucifixos das repartições públicas do Rio Grande do Sul fere diretamente a liberdade daqueles que manifestam a fé Cristã, por outro lado o Magistrado só levou em consideração uma face da moeda. Não observou os interesses de quem gosta de ver os símbolos Cristãos em lugares públicos, e também não se deu conta de que a retirada dos Crucifixos é uma grave ofensa à democracia do nosso país.

O ateu tem todo direito de não acreditar em Deus, os grupos homossexuais tem todo direito de fazerem suas opções sexuais, mas, com certeza absoluta, a maioria esmagadora do povo brasileiro acredita em Deus, porém “as elites militantes” não acreditam no povo. “Tampouco exercem o poder em seu nome”. Mais uma vez Jesus Cristo foi crucificado.


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