Precursores e detentores da tecnologia para exploração de gás e petróleo de xisto, os Estados Unidos estão mudando sua realidade energética. Uma reportagem do Wall Street Journal, na última semana, lembrou que a produção de petróleo nos EUA atingiu um pico em 1970 e encolheu continuamente por mais de 20 anos, até que o petróleo de xisto começou a fluir, a partir de 2008. A produção subiu para o nível mais alto em 21 anos, atualmente.
Segundo o jornal, membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) começam a se preocupar com o impacto do novo cenário americano. O Brasil realizará em outubro o primeiro leilão para exploração de gás e óleo não convencional (xisto). Segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), a expectativa é ofertar blocos em até cinco potenciais bacias sedimentares, localizadas em Parecis (Mato Grosso), Parnaíba (Maranhão e Piauí), Recôncavo (Bahia), Paraná (Paraná e Mato Grosso do Sul) e São Francisco (Minas Gerais e Bahia).
Com informações do jornal Correio Braziliense, por Renata Tranches.
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