Dia Nacional de Paralisação | Por falta de unidade, categorias de trabalhadores podem promover fraca mobilização em Feira de Santana

A forma pouco organizada com a qual as categorias de trabalhadores se articularam, levanta dúvida quanto à eficácia da mobilização em Feira de Santana.
A forma pouco organizada com a qual as categorias de trabalhadores se articularam, levanta dúvida quanto à eficácia da mobilização em Feira de Santana.
Trabalhadores prometem retornar às ruas de Feira de Santana.
Trabalhadores prometem retornar às ruas de Feira de Santana.
A forma pouco organizada com a qual as categorias de trabalhadores se articularam, levanta dúvida quanto à eficácia da mobilização em Feira de Santana.
A forma pouco organizada com a qual as categorias de trabalhadores se articularam, levanta dúvida quanto à eficácia da mobilização em Feira de Santana.

Categorias de trabalhadores prometem ir às ruas, hoje (30/08/2013), no ‘Dia Nacional de Paralisação’, protestar por direitos trabalhistas. Em Feira de Santana, a forma pouco organizada com a qual as categorias de trabalhadores se articularam levanta dúvida quanto à eficácia da mobilização no município.

Na tarde de ontem, boatos sobre a mobilização eram ouvidos, mas efetivamente, não ocorreram notas oficiais da centrais sindicais. Uma das poucas entidades a emitir nota foi a Central Única dos Trabalhadores, que no site da própria da entidade, afirmou que ocorreriam protestos e mobilizações em Feira de Santana, e em outras partes da Bahia.

Outra entidade que emitiu nota foi a Associação dos Docentes da Uefs (ADUFS). Segundo a entidade, a paralisação nacional foi convocada pela Central Sindical e Popular (CSP Conlutas) e mais sete Centrais sindicais. A pauta de reivindicações inclui os seguintes itens: melhoria da qualidade e diminuição do preço dos transportes coletivos; 10% do PIB para a educação pública; 10% do orçamento para a saúde pública; fim dos leilões das reservas de petróleo; fim do fator previdenciário e aumento do valor das aposentadorias; redução da jornada de trabalho; contra o PL 4330; Reforma Agrária e salário igual para trabalho igual.

A ADUFS explica que “a classe trabalhadora de todo o país volta às ruas e protagoniza mais uma mobilização para exigir mudanças na atual política adotada pelo governo Dilma. Em função do recesso acadêmico, a Associação dos Docentes da Uefs (Adufs) não teve como realizar assembleia para deliberar sobre a suspensão das atividades, mas marcará a data com uma panfletagem, às 8h, no pórtico da instituição. Além disso, participará das ações realizadas em Feira de Santana e Salvador.”


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