Deputado Alan Sanches diz que oposição está criando “chifre em cabeça de cavalo”, ao se reportar sobre sistema Ferry-Boat Salvador-Itaparica

Debate na Assembleia Legislativa da Bahia sobre sistema Ferry-Boat Salvador-Itaparica
Debate na Assembleia Legislativa da Bahia sobre sistema Ferry-Boat Salvador-Itaparica .
Debate na Assembleia Legislativa da Bahia sobre sistema Ferry-Boat Salvador-Itaparica
Debate na Assembleia Legislativa da Bahia sobre sistema Ferry-Boat Salvador-Itaparica .

Em meio aos questionamentos da oposição sobre a compra por parte da Agerba de dois navios gregos para integrar a frota do Sistema Ferry-Boat, o deputado estadual Alan Sanches, líder do PSD na Assembleia Legislativa, disparou que o grupo contrário, além de agir de forma irresponsável ao levantar suspeitas sem provas, está “criando chifre em cabeça de cavalo”.

Segundo Alan Sanches, em relação ao Sistema Ferry-Boat todos sabem que existe uma demanda reprimida e que, de fato, precisa ser resolvida. Contudo, conforme ele destaca, o processo licitatório foi feito com total lisura e para comprovar basta apenas comparar valores e capacidade de passageiros e veículos dos comprados anteriormente.

“Enquanto ferries antigos custaram R$ 39 milhões cada e possui capacidade apenas para 60 veículos os dois equipamentos citados custaram R$ 27 milhões cada um e possuem em média espaço para 200 veículos. Ou seja, tratou-se de um ganho tanto para o erário quanto para os usuários, cuja economia gira em torno de R$ 500 mil por vaga de carros”, destacou.

Aliado a isso, o deputado destaca que é preciso levar em conta que o valor pago não foi apenas pela compra dos barcos, mas pelos serviços que integram a adaptação às normas brasileiras, ditadas pela Marinha, como docagem dos barcos, inspeção dos navios (espécie de raio x); fornecimento de peças reservas; nacionalização do barco, entre outras.

“Portanto, a oposição precisa fazer o dever de casa e, consequentemente, o milagre de provar que o projeto deles é melhor que o nosso e não ficar procurando o que não existe. Aprendi na medicina que quem não sabe o que procura não reconhece o que encontra”, pontuou, reforçando que todo processo licitatório foi acompanhado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), pela Procuradoria e nesta quinta-feira (20/11/2013), após denúncia descabida, será entregue ao Ministério Público pela própria Agerba. Mais além, o líder afirmou que o debate para 2014 tem que ser sobre ideias e não sobre “invenções”.


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