Brasil opta por parceria com a Suécia na compra de caças militares

Ao anunciar a compra, o ministro da Defesa, Celso Amorim, disse que a escolha foi "objeto de estudos e ponderações muito cuidadosas", levando em conta a performance, transferência efetiva de tecnologia e custo de aquisição e manutenção. De acordo com ele, a escolha pelos aviões suecos foi "o melhor equilíbrio desses três fatores".
Ao anunciar a compra, o ministro da Defesa, Celso Amorim, disse que a escolha foi "objeto de estudos e ponderações muito cuidadosas", levando em conta a performance, transferência efetiva de tecnologia e custo de aquisição e manutenção. De acordo com ele, a escolha pelos aviões suecos foi "o melhor equilíbrio desses três fatores".
Ao anunciar a compra, o ministro da Defesa, Celso Amorim, disse que a escolha foi "objeto de estudos e ponderações muito cuidadosas", levando em conta a performance, transferência efetiva de tecnologia e custo de aquisição e manutenção. De acordo com ele, a escolha pelos aviões suecos foi "o melhor equilíbrio desses três fatores".
Ao anunciar a compra, o ministro da Defesa, Celso Amorim, disse que a escolha foi “objeto de estudos e ponderações muito cuidadosas”, levando em conta a performance, transferência efetiva de tecnologia e custo de aquisição e manutenção. De acordo com ele, a escolha pelos aviões suecos foi “o melhor equilíbrio desses três fatores”.

O ministro da Defesa, Celso Amorim, informou ontem (18/12/2013) que o governo brasileiro optou pela compra de 36 caças suecos Saab Gripen NG. O Brasil irá pagar US$ 4,5 bilhões pelas aeronaves até 2023.

O chamado Projeto FX-2, que inclui os caças, teve início em 2001. Aeronaves de três países disputaram o contrato com o governo brasileiro. Além do Saab Gripen NG, o Boeing F-18E/F Super Hornet, dos Estados Unidos; e Dassault Rafale F3, da França, estavam na disputa. O modelo sueco substituirá os Mirage 2000, que serão aposentados este mês.

O ministro disse que a escolha foi “objeto de estudos e ponderações muito cuidadosas”, levando em conta a performance, transferência efetiva de tecnologia e custo de aquisição e manutenção. De acordo com Amorim, a escolha pelos aviões suecos foi “o melhor equilíbrio desses três fatores”.

Amorim informou ainda que a próxima etapa é a negociação do contrato, que poderá durar cerca de um ano. Somente após o contrato, serão feitos os pagamentos à empresa sueca, e com isso, não há previsão de afetar o orçamento da União de 2014.

Se a negociação ocorrer dentro do prazo previsto, o contrato deve ser assinado em dezembro de 2014, a Força Aérea Brasileira (FAB) irá receber o primeiro caça sueco no final de 2018.

Transferência de tecnologia pesou na escolha de caças suecos

A transferência de tecnologia foi um dos fatores que levou o governo a optar pela compra de 36 caças da empresa sueca Saab, modelo Gripen NG. A produção e montagem dos aviões serão feitas em parceria com a brasileira Embraer.

O modelo NG (New Generation) é novo, derivado de versões anteriores do Gripen, e fez testes de voo apenas com protótipo. Para o governo, isso é positivo, uma vez que a tecnologia transferida será “inédita para o setor aeroespacial”.

“Quando terminar o desenvolvimento nós teremos propriedade intelectual desse avião, teremos acesso a tudo”, explicou o comandante da Aeronaútica, Juniti Saito, que participou do anúncio da escolha pelos caças suecos.

O Gripen NG será utilizado em missões de defesa aérea, reconhecimento aéreo e ataques no solo e no mar. Um dos requisitos apontados pela Força Aérea Brasileira (FAB) para a escolha do modelo foi a tecnologia de ponta, com sensores avançados e fusão de dados. O contrato contempla ainda treinamento de pilotos e mecânicos, aquisição de simuladores de voo e logística inicial.

A próxima etapa é a negociação do contrato, que poderá durar cerca de um ano. Os pagamentos à empresa sueca não serão feitos antes disso. Dessa forma, a compra não deve trazer implicações no Orçamento da União de 2014, que já não contava com nenhuma previsão específica para o Projeto FX-2, que trata dos caças para a FAB. Saito foi além e disse que “o primeiro desembolso será só depois do último avião entregue”.

Se a negociação ocorrer dentro do prazo previsto, o contrato deve ser assinado em dezembro de 2014, a FAB irá receber o primeiro caça sueco no final de 2018. O Gripen NG tem 14,1 metros de comprimento, 8,6 metros de envergadura e velocidade máxima de M 2.0, ou seja, duas vezes a velocidade do som. Com a desativação dos Mirage 2000, a FAB irá usar os caças F5M até a chegada dos aviões Gripen.

+ Sobre a Suécia

Suécia (em sueco: Sverige), oficialmente Reino da Suécia (em sueco: Konungariket Sverige), é um país nórdico, localizado na Península Escandinava na Europa Setentrional. A Suécia divide fronteiras terrestres com a Noruega, a oeste, e com a Finlândia, a nordeste, além de estar ligada à Dinamarca através da Ponte do Øresund, no sul.

Com 450 295 km², a Suécia é o terceiro maior país da União Europeia em termos de área e possui uma população total de cerca de 9,2 milhões de habitantes. A Suécia tem uma baixa densidade populacional, com cerca de 21 habitantes por quilômetro quadrado, mas com uma densidade consideravelmente maior na metade sul do país. Cerca de 85% da população vive em áreas urbanas. A capital e maior cidade da Suécia é Estocolmo (com uma população de 1,3 milhões na área urbana e de 2 milhões na área metropolitana), centro do poder político e econômico do país. A Suécia é membro fundador da ONU, da União Europeia desde 1 de janeiro de 1995, e da OCDE.

A Suécia é uma monarquia constitucional com um sistema parlamentar de governo, com uma economia altamente desenvolvida e diversificada. O país ocupa o quarto lugar do mundo no Índice de democracia, depois da Islândia, da Dinamarca e da Noruega, segundo a prestigiada revista inglesa “The Economist”. O país ainda é considerado um dos mais socialmente justos da atualidade, apresentando um dos mais baixos níveis de desigualdade de renda do mundo .

A Suécia emergiu como um país independente e unificado durante a Idade Média. No século XVII o país expandiu seus territórios para formar o Império Sueco. A maior parte dos territórios conquistados fora da Península Escandinava foram perdidos durante os séculos XVIII e XIX. A metade oriental da Suécia, o que hoje é a Finlândia, foi perdida para a Rússia em 1809. A última guerra na qual a Suécia esteve diretamente envolvida foi em 1814, quando a Suécia forçou por meios militares a Noruega a se juntar ao país e criar o Reino da Suécia e Noruega, uma união que durou até 1905. Desde então, a Suécia ficou em paz, com a adoção de uma política externa não-alinhada em tempos de paz e de neutralidade em tempo de guerra.


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