
Colbert traz verbas para Feira
Cerca de R$ 12 milhões para obras em Feira de Santana, inclusive para uma pista de 4 km que vai desafogar boa parte do trânsito na avenida Eduardo Fróes da Mota, conhecida como anel de contorno, foram conseguidos pelo deputado federal Colbert Martins (PMDB) em Brasília. Todos os recursos estão garantidos e uma parte já está até depositada na Caixa Econômica Federal. A pista marginal ao anel de contorno vai ligar a BR-324, no viaduto do Cajueiro, até a entrada de Santo Antônio dos Prazeres, bairro que dá acesso ao aeroporto. O parlamentar também conseguiu recursos para reformas no Mercado de Arte Popular, no Centro de Abastecimento, pavimentação nos conjuntos Paulo Souto e Nova América, bem como para a recuperação das praças Monsenhor Reato Galvão e Padre Ovídio, e para a obra do Centro de Convenções.
Câmara alugou vagas por cem mil
A Câmara Municipal de Feira de Santana alugou um espaço para abrigar a frota de veículos dos seus vereadores e funcionários no caríssimo Estacionamento Caroá, pertencente ao empresário João Borges. O espaço será para trinta automóveis e pagará somente o valor de R$ 100 mil por 10 meses. Nadando em dinheiro, a Casa da Cidadania.
Comércio fecha no carnaval
O comércio de Feira de Santana não vai mais funcionar na segunda-feira de Carnaval e para garantir o recesso, foi assinado o Termo Aditivo a Convenção Coletiva dos sindicatos do Comércio e dos Empregados do Comércio, antecipando a data de comemoração do Dia do Comerciário, da terceira segunda-feira do mês de outubro, para o dia 3 de março, segunda-feira de Carnaval, quando o comércio da cidade será fechado.
Revista
O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Feira de Santana (ACEFS), Marcelo Alexandrino, deu início ao projeto de produção da revista comemorativa dos 70 anos de fundação da entidade. Para o presidente, o ‘start’ do projeto com um ano de antecedência se deve ao zelo e à dedicação para que tudo saia da forma mais perfeita possível. O lançamento está marcado para o dia 15 de julho do próximo ano.
Juraci expõe no MAM
O Museu de Arte Moderna encerra em março, dia 21, a exposição ”É tropical, inclusive”, que apresenta obras de seu acervo sob uma perspectiva climática. “É tropical, inclusive”, tem seu título emprestado do ensaio Nordeste – publicado pelo antropólogo Gilberto Freyre nos anos 1930 – e ocupa todo o casarão do MAM-BA com 25 obras de diferentes artistas, atuantes em um período da produção brasileira que começa na década de 1920 e vai até o início do século 21. A mostra foi aberta no dia 19 de dezembro e inclui trabalhos dos baianos Juraci Dórea e Juarez Paraíso – idealizador das duas primeiras edições da Bienal da Bahia, em 1966 e 1968 – e obras de Tomie Ohtake e Tarsila do Amaral. Também estão presentes na exposição trabalhos de Mestre Didi e Rubem Valentim, que se relacionam com produções de J. Cunha – conhecido também pelo trabalho visual que desenvolve com o bloco Ilê Aiyê –, além do artista paranaense Lênio Braga, que apresenta uma obra produzida durante a 2ª Bienal da Bahia, em 1968, e de Flávio de Carvalho, um dos grandes nomes da geração modernista brasileira. (Blog de Dimas Oliveira).
Esta coluna é publicada nos sítios jornalísticos
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