EBDA investe na agricultura familiar do Território do Sisal

Sisal exposto ao sol para secar. Setor recebe é incentivado.
Sisal exposto ao sol para secar. Setor recebe é incentivado.

Agricultores familiares da região sisaleira contam com mais uma ferramenta de apoio e incentivo para a diversificação e fortalecimento das atividades agrícolas. A Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) – vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri)- responsável pela prestação de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), é a executora das atividades da Chamada Pública de Agroecologia, na região que tem o maior potencial produtivo de sisal do Estado.

A Chamada, que entra em operacionalização nos próximos seis meses, e tem vigência de três anos, é direcionada a mais de 1.700 famílias rurais, que contarão com Ater, serviço de acompanhamento e orientação para a diversificação da produção agrícola. Os trabalhos contemplam os 12 municípios que compõem a região sisaleira (Barrocas, Teofilândia, Conceição do Coité, Nordestina, Queimadas, São Domingos, Valente, Araci, Serrinha, Retirolância, Quijingue e Santa Luz), e outros vinculados às gerências regionais de Feira de Santana (Ichu, Pé de Serra, Riachão do Jacuípe, Nova Fátima e Gavião). Na Gerência de Senhor do Bonfim o município de Cansanção é o contemplado.

A Gerente Regional de Serrinha, Célia Dourado Passos, comenta que o objetivo desse novo trabalho é promover Ater de qualidade e melhorar as condições econômicas e sociais das famílias assistidas por este Programa. “Vamos trabalhar para otimizar o desenvolvimento do agricultor familiar, inserindo esse público nas diversas Políticas Públicas de Governo, incentivando o associativismo e o cooperativismo para que as comunidades cresçam coletivamente”, comentou Célia Dourado.

Capacitações voltadas para o agricultor, com foco na agroecologia, incentivo ao cultivo da palma forrageira, administração de propriedades, criação de pequenos animais, acesso aos mercados institucionais e comercialização de produtos já está sendo providenciada pelos coordenadores da chamada pública. “É importante dizer que o sucesso desses trabalhos depende do apoio das prefeituras locais, por meio das Secretarias de Agricultura e dos Sindicatos Rurais dos municípios”, afirmou a gerente.

A Chamada Pública de Agroecologia prevê a contratação de 20 técnicos que atuarão com os serviços de Ater. Atividades como diagnóstico das Unidades de Produção Familiar (UPFs), oficinas para o levantamento de dados para identificação da situação atual das comunidades, dias de campo e visitas técnicas continuadas são alguns dos trabalhos promovidos pelos técnicos da EBDA.


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