Deputado Carlos Gaban crítica contas do governo Wagner de 2011

Carlos Gaban: “Dos 11 hospitais geridos por Organizações Social, com recursos públicos que totalizavam um montante de R$ 359 milhões, auditores do TCE detectaram atendimento precário a população”.
Carlos Gaban: “Dos 11 hospitais geridos por Organizações Social, com recursos públicos que totalizavam um montante de R$ 359 milhões, auditores do TCE detectaram atendimento precário a população”.
Carlos Gaban: “Dos 11 hospitais geridos por Organizações Social, com recursos públicos que totalizavam um montante de R$ 359 milhões, auditores do TCE detectaram atendimento precário a população”.
Carlos Gaban: “Dos 11 hospitais geridos por Organizações Social, com recursos públicos que totalizavam um montante de R$ 359 milhões, auditores do TCE detectaram atendimento precário a população”.

Durante a reunião da Comissão de Finanças e Orçamento, Fiscalização e Controle, realizada nesta terça-feira (13/05/2014), na Assembleia Legislativa, na qual teve como pauta a votação das contas governo do estado referente ao ano de 2011, o deputado estadual Carlos Gaban (DEM) aproveitou para tecer críticas as contas do governo. Baseado no parecer do conselheiro Pedro Lino do Tribunal de Contas da Bahia (TCE), o democratas pontuou “irregularidades na gestão da gestão de Wagner”, nos segmentos de saúde, educação, segurança e gastos com publicidades.

Um dos pontos citados pelo deputado Gaban foi relacionado a educação e as constantes greves dos professores. “Se compararmos os 28,96% de 2006, com os 25,89% de 2011, são R$ 480 milhões que deixaram de ser aplicados em educação em 2011. Em relação aos padrões anteriores, deixaram de ser investidos mais de R$ 1,5 bilhão nos últimos cinco anos”, disse o parlamentar. “Os números apresentados demonstram que, em 2011, mais de R$ 700 milhões poderiam estar disponíveis para a educação. Talvez essa análise possa ajudar a explicar os momentos difíceis vividos atualmente pela educação no Estado”, afirmou.

Sobre a saúde o deputado citou o déficit de leitos hospitalares em Salvador quando tem apenas 7.676 leitos para uma população de quase 3 milhões, o que representa um déficit de 4.324, considerando que a OMS estabelece três a quatro leitos por mil habitantes. “Dos 11 hospitais geridos por Organizações Social, com recursos públicos que totalizavam um montante de R$ 359 milhões, auditores do TCE detectaram atendimento precário a população”, disse Gaban.

Os gastos com publicidade e os índices altos de violência no estado, sobretudo em Salvador e Região Metropolitana, foram os pontos mais criticados pelo deputado, membro da Comissão de Finanças da Casa. O Governo do Estado investiu R$ 37 milhões para combate a seca em 2011, já a publicidade e propagando alcançaram a cifra de R$ 122 milhões. “Os gastos com publicidade e propaganda foram três vezes mais que os gastos com a seca, considerada uma das piores secas do século”, enfatizou o parlamentar. Deputado Gaban ressaltou ainda o “superfaturamento de R$ 39 milhões na contratação de mão de obra médica. Contrato entre a SEAB e a Fundação José Silveira, onde o Ministério Público abriu inquérito para apurar superfaturamento”.


Discover more from Jornal Grande Bahia (JGB)

Subscribe to get the latest posts sent to your email.

Facebook
Threads
WhatsApp
Twitter
LinkedIn

Deixe um comentário

Discover more from Jornal Grande Bahia (JGB)

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading

Privacidade e Cookies: O Jornal Grande Bahia usa cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso deles. Para saber mais, inclusive sobre como controlar os cookies, consulte: Política de Cookies.