
O deputado Federal Nelson Pelegrino (PT/BA) rebateu as críticas do Democratas com relação a legalidade da Convenção estadual da coligação que indicou Rui Costa como candidato ao governo da Bahia, dizendo que “ilegalidade é o que fez a Prefeitura de Salvador, que mandou a Sucom-PMS atuar sem qualquer ordem por escrito, arbitrariamente, alegando uma “determinação verbal dos superiores”, e retirar o material de propaganda colocado na entrada do Parque de Exposições, para a Convenção do PT. O resto é o receio de quem só conseguiu fazer uma convenção fraca, com alegados 2 mil participantes, num lugar que mal dá para 1.500 pessoas. Fizemos a convenção da virada, com pelo menos 20 mil pessoas, numa festa linda, a maior da Bahia, que vai marcar a caminhada de Rui para a vitória”.
Segundo Pelegrino, a atitude da Sucom foi presenciada por diversos participantes da convenção, que mostraram indignação protestando contra a ordem autoritária e claramente política da Prefeitura de Salvador.
Pellegrino explica que a lei eleitoral permite a propaganda para as convenções desde os quinze dias que antecedem o evento, inclusive no dia, independente de licença municipal. “O que eles fizeram foi usar a máquina municipal para impedir uma propaganda que é lícita, inexiste qualquer infringência à Lei Eleitoral”, garante o deputado.
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