Governador eleito Rui Costa quer extinção da Direc e Dires e retorno da CPMF

O governador eleito da Bahia, Rui Costa, solicitou ao ministro da Saúde a liberação das emendas parlamentares individuais apresentadas ao Orçamento da União, no valor de R$ 138 milhões.
O governador eleito da Bahia, Rui Costa, solicitou ao ministro da Saúde a liberação das emendas parlamentares individuais apresentadas ao Orçamento da União, no valor de R$ 138 milhões.
O governador eleito da Bahia, Rui Costa, solicitou ao ministro da Saúde a liberação das emendas parlamentares individuais apresentadas ao Orçamento da União, no valor de R$ 138 milhões.
O governador eleito da Bahia, Rui Costa, solicitou ao ministro da Saúde a liberação das emendas parlamentares individuais apresentadas ao Orçamento da União, no valor de R$ 138 milhões.

Em discurso na sessão legislativa desta quarta-feira (03/05/2011), o vereador Roque Pereira (PTN) informou que o governador eleito Rui Costa, articulado com o governador Jaques Wagner, encaminhou à Assembleia Legislativa da Bahia um projeto de lei que estabelece a reforma administrativa, propondo, entre outras coisas, a extinção das Diretorias Regionais de Educação (Direc) e das Diretorias Regionais de Saúde (Dires).

O edil também afirmou que Rui está buscando, juntamente com outros governadores, a volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).

Segundo Roque, que também é servidor público estadual, lotado na 2ª Dires, o referido órgão atendia 47 municípios da região de Feira de Santana e, atualmente, cobre 26 cidades.

O vereador disse que, com a extinção das Dires e Direc, serão criados núcleos da saúde e da educação. Para ele, com essa medida, os municípios do interior da Bahia perderão autonomia, ficando ainda mais dependentes de Salvador para o atendimento das necessidades desses setores.

“O governador mal sentou na cadeira e já começa a destruir aquilo que foi construído ao longo do tempo. É lamentável que isso aconteça”, criticou.

Com relação ao tributo brasileiro extinto, que vigorou de 1997 a 2007, Roque Pereira declarou: “é lamentável que, a cada momento que passa, o Estado cobra tantos impostos e ainda quer a volta da CPMF”.

*Com informações: Câmara Municipal de Feira de Santana


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