Jaques Wagner fortalece governo Rousseff ao enfrentar as dificuldades no Congresso Nacional, afirma deuputado

Valmir Assunção e Jaques Wagner. Valmir avalia que ingresso de Wagner no governo Rousseff melhora interlocução com o Congresso Nacional.
Valmir Assunção e Jaques Wagner. Valmir avalia que ingresso de Wagner no governo Rousseff melhora interlocução com o Congresso Nacional.
Valmir Assunção e Jaques Wagner. Valmir avalia que ingresso de Wagner no governo Rousseff melhora interlocução com o Congresso Nacional.
Valmir Assunção e Jaques Wagner. Valmir avalia que ingresso de Wagner no governo Rousseff melhora interlocução com o Congresso Nacional.

A indicação do até então governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), para o Ministério da Defesa, neste segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff (PT), movimentou o cenário político baiano e nacional. As críticas da oposição não chegaram à militância petista, que comemorou com afinco a indicação de Dilma para Wagner compor o quadro de ministros e com o peso de ser “conselheiro político” da presidente. O deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) apontou, nesta quarta-feira (24/12/2014), que o novo corpo de ministros é altamente político, diferente do primeiro mandato de Dilma que foi mais técnico.

“Foram indicações politicamente fortes para aguentar o tranco do Congresso Nacional neste novo mandato de Dilma. Um quadro composto por vários ex-governadores, como Jaques Wagner, Cid Gomes, Luiz Eduardo Braga, um grupo de peso para o embate. A nomeação de Wagner para a Defesa fortalece o Brasil e fortalece o governo Dilma. Teremos um quadro extremamente preparado cuidando da nossa defesa e integrando o ‘conselho politico’ da presidenta”, diz Valmir.

Assunção apontou características do novo corpo de ministros, e disse que a situação política de Wagner é fundamental para a Bahia, já que “as ações do governador, que se destacou tanto, serão ampliadas no governo de Rui Costa, que montou sua tropa de choque para essa finalidade”. Para o parlamentar petista, tanto Dilma como Rui Costa fizeram boas escolhas para enfrentar o novo mandato, principalmente a presidente Dilma, que enfrenta e deve continuar enfrentando no Congresso Nacional. “São retaliações ainda da derrota da direita nas eleições, e isso deve continuar, porque foi o que restou para a oposição”, completa.


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