
Manifestação, em Salvador, inicia lutas por uma mobilidade urbana melhor, com mais qualidade e inclusiva. Segundo membros do movimento, cerca de 30% da população não pode pagar a tarifa de ônibus, estipulada em R$ 2,80, pela administração do prefeito Antônio Carlos Magalhães Neto (ACM Neto), o que termina por excluir um terço da população do direito básico à mobilidade urbana.
“O aumento contempla uma estratégia de maximização da lucratividade dos empresários, em detrimento de um transporte sem a mínima segurança de qualidade”, avalia um dos líderes do movimento.
O movimento é capitaneado pela junção de diversos coletivos, como o Tarifa Zero e Resistência Passe Livre, além de partidos de esquerda, anarquistas e pessoas “que lutavam desconectados, e agora tem na união um objetivo só, conquistar melhorias para a mobilidade urbana de Salvador.”, afirma a liderança.
Antes do início da manifestação foi programada uma aula pública com a finalidade de mostrar os modelos de transporte sugeridos. Também foi programada leitura de carta com pautas do movimento, e ao final ato de encerramento.
O monumento a Clériston Andrade, localizado na Garibaldi, foi o ponto de concentração escolhido para dar início aos protestos, marcados para hoje (02/01/2015), as 14 horas.








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