Procurador-geral da República critica uso do parlamento nacional como instrumento de ataque a operação Lava Jato e ao MPF

Rodrigo Janot: "Continuo acreditando firmemente que a grande maioria dos homens de bem que integram as nossas instituições não se quedarão inertes; que os cidadãos que pagam impostos e cumprem com seus deveres cívicos saberão, nessa hora sombria e turva da nossa história, distinguir entre o bem e mal; entre a decência e a vilania; entre aqueles que lutam por um futuro para o país e aqueles que sabotam nosso sentimento de nação.".
Rodrigo Janot: "Continuo acreditando firmemente que a grande maioria dos homens de bem que integram as nossas instituições não se quedarão inertes; que os cidadãos que pagam impostos e cumprem com seus deveres cívicos saberão, nessa hora sombria e turva da nossa história, distinguir entre o bem e mal; entre a decência e a vilania; entre aqueles que lutam por um futuro para o país e aqueles que sabotam nosso sentimento de nação.".
Rodrigo Janot: "Continuo acreditando firmemente que a grande maioria dos homens de bem que integram as nossas instituições não se quedarão inertes; que os cidadãos que pagam impostos e  cumprem com seus deveres cívicos saberão, nessa hora sombria e turva da nossa história, distinguir entre o bem e mal; entre a decência e a vilania; entre aqueles que lutam por um futuro para o país e aqueles que sabotam nosso sentimento de nação.".
Rodrigo Janot: “Continuo acreditando firmemente que a grande maioria dos homens de bem que integram as nossas instituições não se quedarão inertes; que os cidadãos que pagam impostos e cumprem com seus deveres cívicos saberão, nessa hora sombria e turva da nossa história, distinguir entre o bem e mal; entre a decência e a vilania; entre aqueles que lutam por um futuro para o país e aqueles que sabotam nosso sentimento de nação.”.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reagiu hoje (13/03/2015) às criticas de parlamentares investigados na Operação Lava Jato. Em reunião com procuradores-gerais, Janot disse “causar espécie que vozes do Parlamento” tenham se aproveitado da CPI da Petrobras para atacar o Ministério Público Federal, órgão responsável pela condução das investigações.

Em discurso, Janot afirmou que continuará seu trabalho para garantir a independência do Ministério Público e para que os responsáveis pelos desvios na Petrobras sejam punidos. “Causa espécie que vozes do Parlamento, aproveitando-se de uma CPI instaurada para investigar o maior esquema de corrupção já revelado no país, tenham-se atirado contra a instituição, que começa a desvelar a trama urdida contra a sociedade”, disse ele.

Janot destacou que foi pelos esforços do Ministério Público que o esquema foi exposto ao país. “E será também pela nossa atuação que os verdadeiros culpados irão responder judicialmente e sofrerão as penas cabíveis.”

O procurador disse que não vai permitir que “interesses ou preocupações que estejam além do direito” influenciem suas decisões. “Continuo acreditando firmemente que a grande maioria dos homens de bem que integram as nossas instituições não se quedarão inertes; que os cidadãos que pagam impostos e  cumprem com seus deveres cívicos saberão, nessa hora sombria e turva da nossa história, distinguir entre o bem e mal; entre a decência e a vilania; entre aqueles que lutam por um futuro para o país e aqueles que sabotam nosso sentimento de nação.”

Ontem (12), em reunião da CPI da Petrobras, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), defendeu mudança na lei para proibir a recondução de procuradores-gerais. Cunha criticou os pedidos de investigação apresentados por Janot, a quem acusou de ter motivação política para incluí-lo na lista dos políticos envolvidos na Lava Jato. Cunha sugeriu que a ação seria para agradar ao Executivo, Durante a reunião, parlamentares apoiaram a iniciativa.

*Com informações da Agência Brasil.


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