A reportagem com título ‘Em cadeia na Bahia, presos têm cerveja e até churrasco’, publicada pelas jornalistas Juliana Coissi e Patrícia Britto, no jornal Folha São Paulo, em 2 de março de 2015, revela o descontrole que o aparato de repressão do Estado da Bahia alcançou. A reportagem denuncia que os apenados comemoram os dias na penitenciária Lemos Brito, em Salvador, com churrasco entre amigos, fotos, cerveja, e prostituição.
A reportagem também revela que presos possuem esteira e bicicleta ergométrica. Afirmando que são “privilégios dos “frentes” – ou chefes dos pavilhões”. Em algumas celas têm liquidificador e ventiladores.
Segundo a reportagem, a unidade prisional encontra-se superlotada com 1.315 apenados. Observando que ela foi projetada para 771 presos.
Prostituição
Outra informação estarrecedora, envolve a prática de prostituição. Segundo a reportagem, “a prostituição na unidade ocorre após negociação entre os próprios presos, segundo Reivon Sousa Pimentel, presidente do Sinspeb (sindicato dos agentes penitenciários da Bahia). Como apenas mulheres dos detentos podem fazer visitas íntimas mediante um cadastro, presos sem cargos na hierarquia do crime vendem o nome aos chefes. Assim, com o nome de quem “cedeu” o privilégio, as prostitutas passam pela portaria sem dificuldade e, dentro da prisão, “trocam” de marido para fazer o programa com o cliente real.”.
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