Confira a coluna de Antônio José Larangeira de 20 de abril de 2015

Rosa Adélia Silva e Christina Carvalho socialmente.
Rosa Adélia Silva e Christina Carvalho socialmente.
Decolando aos Estados Unidos, mais precisamente Miami, Dario Mascarenhas de Oliveira Neto II com sua esposa Sylvia e prole.
Decolando aos Estados Unidos, mais precisamente Miami, Dario Mascarenhas de Oliveira Neto II com sua esposa Sylvia e prole.
Rosa Adélia Silva e Christina Carvalho socialmente.
Rosa Adélia Silva e Christina Carvalho socialmente.
A médica Jussara Reis, socialmente .
A médica Jussara Reis, socialmente .

Educador do ano

Na quinta-feira ultima, a Academia de Educação de Feira de Santana realizou sessão solene de outorga do Prêmio Educador do Ano Luiz Viana Filho – edição 2014 – ao professor Claudenir Moreira Machado. O evento ocorreu no Teatro Universitário do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca). Trata-se do reconhecimento do trabalho de um educador que tem relevantes serviços prestados à educação de Feira de Santana, uma trajetória de dedicação e compromisso, desde 1980, com a implantação da Escola Técnica Áureo de Oliveira Filho e a luta empreendida para a manutenção dessa Escola, em contraposição ao movimento de extinção dos cursos técnicos que estava no bojo do PEC da LDB em 1996. O movimento por ele liderado, resultou na transformação da Escola Técnica em um Centro de Educação Tecnológica do Estado da Bahia (Ceteb) com uma proposta de educação profissional diferenciada, que é referência na educação do estado e do país, com unidades anexas em mais quatro cidades do Estado da Bahia, além de reconhecimento em diferentes países da América e Europa. Na mesma sessão solene a certificação foi concedida a docentes também inscritos no certame, em reconhecimento pela autoria dos projetos apresentados. São eles: professora Maídia Alves de Lima (Escola Municipal Antonio Eloi da Costa), professora Rosiene Figueredo Rodrigues (Colégio Estadual Edith Machado Boaventura) e professor Reginaldo da Silva Santos (Escola Municipal Mãe dos Humildes).

Esquenta

Ontem, todos os caminhos levaram ao point da boemia feirense. É que a rua São Domingos foi palco do Esquenta, uma prévia da Micareta, que aconteceu pelo terceiro ano consecutivo. Uma espécie de ensaio geral para os cinco dias de folia – oficialmente são quatro, mas a festa começará já na quarta-feira, 22, e se estenderá até o dia 26. Com um formato diferente das festas micaretescas dos dias atuais, o Esquenta promoverá uma visita aos antigos carnavais, em um cortejo com a participação da Fanfarra de Maragojipe, relembrando as marchinhas, a banda Aquele Axé, com o bloco Os Abades, resgatando a tradição das mortalhas, substituídas pelos abadás, e o Rixô Elétrico.

Dança 1

Em 1977, quando foi convidado por Ariano Suassuna para dirigir um grupo de dança com o sugestivo nome Brincantes Populares, o pernambucano de Garanhuns André Madureira achou a ideia interessante. Ele só não sabia naquele momento estava iniciando o projeto de sua vida inteira. Hoje com 63 anos de idade, continua sendo o diretor artístico do Balé Popular do Recife, que completa 38 anos de fundação no mês que vem. Na hora da apresentação, na noite da quinta-feira, no Centro de Cultura Amélio Amorim, ele não estava no palco, junto com os 14 bailarinos que durante uma hora mostraram toda a diversidade da cultura pernambucana. Mas era possível sentir a sua presença em cada coreografia, cada movimento, cada detalhe do figurino caracterizado pela mistura de cores e muito brilho. Bem do jeito da Mostra Sesc de Artes. “Viva o frevo!” Gritava o coro dos bailarinos. E viva também o maracatu, o xaxado, a ciranda, a festa de reis, os caboclinhos e o mundo circense, completava André Madureira, por trás das cortinas, silenciosamente. O espetáculo, explica, é uma espécie de ritual, dividido em quatro ciclos: dança carnavalesca, quadrilha junina, afroamerindeo e festa natalina. “É o retrato da dança nordestina”, define.

Dança 2

E assim, Feira de Santana continua respirando cultura. Desde o dia 11 e até este sábado (18), a cidade se transformou em uma espécie de ilha cercada de arte por todos os lados. Ainda hoje haverá o Acústico Sesc, com a participação de SAL, Quaternária, Novelta e Dança Tribal com a Trupe Mandala Fusion, no deck da piscina do Sesc, a partir das 19h30, e o espetáculo teatral infantil Tcharacuthara, na praça do Tomba, às 16h. Também no Sesc, a continuação da Oficina de Cenografia Básica, das 13h às 16h. E amanhã termina a programação, deixando um gosto de quero mais. Terá Choro&Samba, a partir das 10h, no Centro de Abastecimento; a última parte da Oficina de Cenografia Básica, ministrada por Yoshi Aguiar, das 13h às 16h; e o espetáculo de dança O Silêncio e o Caos, do projeto Palco Giratório, às 19h30, no Teatro da CDL. Logo em seguida, fechando o roteiro cultural da mostra no clima do maior carnaval fora de época do Brasil, o Grito de Micareta, com Compassos e Serpentinas.

Esta coluna é publicada nos sítios jornalísticos

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