
A sessão solene realizada na noite da quinta-feira (16/04/2015), no plenário da Casa da Cidadania, celebrou o Dia Municipal dos Espíritos, comemorado anualmente no dia 18 de abril, de acordo com resolução de nº 0402/03, de autoria do vereador Antônio Carlos Passos Ataíde.
O vereador Pablo Roberto (PT), após saudar os presentes na solenidade, disse que, “ao instituir esta data, o Poder Legislativo possibilita que as pessoas possam conhecer um pouco mais da doutrina. Por isso, 18 de abril é considerado como um marco para a doutrina espírita. Cada 18 de abril relembra o ano de 1857 e, este ano, completa 158 anos de lançamento do Livro dos Espíritos, obra que representa um momento peculiar e de elevada importância para a sociedade, que nos traz preparação para o enfrentamento das questões da vida”, afirmou.
Ele lembrou grandes nomes do espiritismo e os princípios da religião. “Enfatizando a contribuição espiritual obtida por Alan Kardec na publicação e os ensinamentos contidos em ‘O Livro dos Espíritos’, no qual encontramos recursos para que se compreenda, sem mistérios, as leis de causa e efeito, a reencarnação, a evolução do espírito, as ocupações e missões dos espíritos, entre tantas outras respostas, embasadas sempre pela ciência, filosofia e religião, reitero o meu pensamento, salientando que a religião mais importante é aquela que acolhe, que prega a paz, a irmandade, que faz a pessoa se sentir melhor, porque o valor mais importante da vida é o amor, e estes ensinamentos foram e continuarão sendo perpetuados pelo grande Alan Kardec, Chico Xavier e Divaldo Franco”, pontuou.
O palestrante da noite, Marcel Mariano, destacou a vida após a morte, tomando como base a doutrina espírita de que a morte não é o fim. “A vida não termina no túmulo, o túmulo é apenas uma saída do vaso físico para continuar a vida. A vida continua, apenas o vaso já deteriorado se vai, a vida prossegue, porque esses escritores, esses sábios voltaram, demonstrando de maneira absolutamente incontestável de que a vida não se encerra”, disse ele, fazendo alusão a livros e textos psicografados que dão conta de como seria o pós-morte.
A imagem que os espíritas têm da vida após a morte foi enfatizada com a ideia da eternidade, porém, diferente da imagem de um céu ou inferno infindável. “Não vamos para um céu eterno onde não haveria nada para fazer, o que seria um inferno no ócio. Deus não condenaria seus filhos a um lugar assim”, ressaltou. Segundo Marcel, esta doutrina não teve receio de estudar a morte como em outras religiões. “Por que termos medo da morte se esta é a maior certeza da existência?”, questionou.
Estiveram presentes na sessão presidida pelo presidente da Casa da Cidadania, Reinaldo Miranda – Ronny (PSDB), o ex-vereador Carlito Moreira (representando o prefeito José Ronaldo de Carvalho); Marcos Machado Ramos, coordenador de Gestão do Conselho Espírita 3; o secretário de Meio Ambiente, Roberto Tourinho; a vereadora Eremita Mota (PDT); além de adeptos e simpatizantes do espiritismo.
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