
O senador Walter Pinheiro (PT/BA) defendeu, nesta terça-feira (28/04/2015), a adoção de ajustes para o setor elétrico continuar crescendo e contribuindo com o desenvolvimento da economia nacional. Ele participou do seminário “Energia Competitiva do Nordeste”, na sede da Federação das Indústrias da Bahia (Fieb), onde apresentou desafios e perspectivas para o setor.
Pinheiro manifestou preocupação com a proximidade do fim do contrato entre as empresas eletrointensivas localizadas no Nordeste e a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf). “Este não é um tema que começamos a discutir agora. Estava marcado há muito tempo que em junho de 2015 aconteceria o fim do contrato com as eletrointensivas”, disse.
Ele destacou que a importância dessas empresas aumenta no cenário econômico que o País enfrenta, com a alta do dólar em relação ao real, favorecendo a exportação de produtos brasileiros. “Quem hoje no Brasil, enquanto player mundial, tem condições de disputar este jogo e que já está no cenário mundial, senão as empresas eletrointensivas?”, questionou.
Pinheiro apontou uma perspectiva positiva, que foi apresentada pelo ministro de Minas e Energia (MME), Eduardo Braga, com a criação de um fundo de até R$ 20 bilhões para viabilizar investimentos em energia renovável na região, visando atender ao pleito dessas companhias. O senador também elencou os gargalos que precisam ser enfrentados para que se possa atender à crescente demanda por energia elétrica, passando por um melhor planejamento na implantação de unidades de geração, das linhas de transmissão e das subestações.
O senador sugeriu ainda regras mais transparentes para tornar os leilões de energia mais inclusivos e eficientes, e a valorização da mão de obra com foco em soluções inovadoras. Além disso, Pinheiro destacou a necessidade de um cronograma mais ajustado entre a ampliação da infraestrutura energética e a concessão das licenças para novos empreendimentos.
O seminário foi uma realização do jornal Correio e contou com a participação do governador de Alagoas, Renan Filho, do presidente da Rede Bahia, Antônio Carlos Magalhães Júnior, do economista Marcos Troyjo, além de outros parlamentares e representantes do setor industrial.
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