Vereador solicita informações sobre o sistema de saúde plena do Município de Feira de Santana

Vereador Isaías dos Santos (Isaías de Diogo) desconhece o funcionamento do sistema de saúde plena do Município de Feira de Santana.
Vereador Isaías dos Santos (Isaías de Diogo) desconhece o funcionamento do sistema de saúde plena do Município de Feira de Santana.
Vereador Isaías dos Santos (Isaías de Diogo) desconhece o funcionamento do sistema de saúde plena do Município de Feira de Santana.
Vereador Isaías dos Santos (Isaías de Diogo) desconhece o funcionamento do sistema de saúde plena do Município de Feira de Santana.

Em pronunciamento no  horário do grande expediente desta terça-feira (01/09/2015), na Câmara de Feira de Santana, o vereador Isaías de Diogo (PPS) pediu a Casa que se manifeste junto à Secretaria Municipal de Saúde e à direção do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) para obter mais informações sobre o funcionamento do sistema de regulação. Segundo o edil, muitos pacientes estão morrendo por falta ou demora na regulação.

“Quero falar sobre esta regulação, onde muitos pacientes têm morrido. Neste final de semana, perdemos duas pessoas do Feira X por conta dessa regulação. Todos sabem que as policlínicas não têm estrutura de hospital e, por isso,  as pessoas não têm condições de permanecer nelas por muito tempo ou, às vezes, não tem a medicação específica para o tratamento”, disse.

Isaías também relatou a superlotação do HGCA. “Fui no Hospital Geral Clériston Andrade, no domingo pela manhã,  e percebi que ali há muitas pessoas que não deveriam estar, a exemplo daquelas com problemas cardíacos que deveriam estar no Hospital Dom Pedro. O hospital está superlotado, muitas vezes sem condições de receber mais pacientes e enquanto isso  pais e mães de família morrendo”, pontuou.

Para finalizar, o vereador pediu que a Casa da Cidadania se posicione e busque informações junto à Secretaria Municipal de Saúde e direção do HGCA sobre o processo de regulação. “Gostaria de saber como acontece esta tal regulação, o que não podemos é ver pessoas morrendo nas policlínicas por falta de regulação. Solicitei uma audiência pública para tratar da situação da saúde na cidade, mas ela teve que ser adiada e outra data será agendada”, disse.

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