
Em pronunciamento na manhã desta segunda-feira (19/10/2015), na Câmara Municipal o vereador Pablo Roberto (PMDB) voltou a falar da situação do transporte coletivo em Feira de Santana. Pablo questionou a atuação das empresas que cumprem o contrato emergencial de transporte na cidade, ressaltando a falta de bilhetagem eletrônica, e também a lei de gratuidade de passagem aos idosos aprovada na Câmara Municipal.
“Eu não quero entender e compreender o silêncio que essa Casa tem tido com as empresas que cumprem o contrato emergencial aqui na cidade. Não é porque é emergencial que vamos nos submeter ao que eles querem e acatar o comportamento deles de forma silenciosa, como essa Câmara tem feito até hoje. Vários problemas aconteceram, vários projetos foram apresentados e fui convencido em dois que apresentei que o momento não era oportuno, porque o contrato era emergencial e as empresas precisavam do prazo de 120 dias para adequar a situação.
Mas eu não posso entender como é que ainda não tem a bilhetagem eletrônica. Nós temos legislações aqui que deveriam estar sendo cumpridas mesmo com a frota emergencial. As pessoas tem chorado e tem chorado muito. Porque não cumpre a lei que essa câmara aprovou liminar do tribunal de justiça, onde essa casa aceitou, porque a câmara foi desrespeitada nessa decisão, porque a câmara aprovou uma lei dando gratuidade ao idoso. O tribunal deu uma liminar e a câmara até hoje não recorreu para se quer tentar derrubar a decisão. Outro questionamento, é porque até a essa altura do campeonato é a guarda municipal e a policia militar que tá guardando equipamento público de trasporte, se tem uma empresa que administra. Essa segurança não é de responsabilidade de quem ganhou a licitação? Então porque é que a guarda municipal e a PM continuam lá?”, questionou Pablo Roberto.
O edil finalizou seu discurso salientando a importância da discussão e reafirmando que voltará a tratar da temática na próxima terça-feira (20), durante sessão na Câmara Municipal.
“Não ficarei de forma nenhuma calado aguardando essas empresas que estão aí, que eu não sei de onde veio e pra que veio, e que continuam cometendo o desrespeito e a imoralidade com a população de Feira de Santana”, finalizou.
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