Casos de microcefalia é um dos problemas mais sérios de saúde pública que o Brasil enfrentou nos últimos 50 anos, avalia deputado José de Arimateia

José de Arimateia: “Gostaria de pedir que a população siga engajada, tanto com a informação, quanto com a prevenção, pois estamos falando de um dos problemas mais sérios de Saúde Pública que o Brasil enfrentou nos últimos 50 anos”.
José de Arimateia: “Gostaria de pedir que a população siga engajada, tanto com a informação, quanto com a prevenção, pois estamos falando de um dos problemas mais sérios de Saúde Pública que o Brasil enfrentou nos últimos 50 anos”.
José de Arimateia: “Gostaria de pedir que a população siga engajada, tanto com a informação, quanto com a prevenção, pois estamos falando de um dos problemas mais sérios de Saúde Pública que o Brasil enfrentou nos últimos 50 anos”.
José de Arimateia: “Gostaria de pedir que a população siga engajada, tanto com a informação, quanto com a prevenção, pois estamos falando de um dos problemas mais sérios de Saúde Pública que o Brasil enfrentou nos últimos 50 anos”.

Diante da situação de emergência em que se encontra a região Nordeste, registrando 399 casos de microcefalia em pouco mais de três meses, o deputado estadual José de Arimateia (PRB), vice-presidente da Comissão de Saúde e Saneamento da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), usou a Tribuna da Casa para expressar, na tarde de hoje, sua preocupação com o aumento do número de casos da doença na Bahia. A suspeita do Ministério da Saúde é de que as ocorrências estejam relacionadas a infecções pelo zika vírus.

Durante todo o ano de 2015 até o momento, segundo a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB), foram registrados 13 casos de microcefalia, seis a mais que no ano passado. Já o Ministério da Saúde registrou, nesta terça-feira (24/11/2015), 739 casos suspeitos em nove estados do país. “Gostaria de pedir que a população siga engajada, tanto com a informação, quanto com a prevenção, pois estamos falando de um dos problemas mais sérios de Saúde Pública que o Brasil enfrentou nos últimos 50 anos”, disse o parlamentar.

Condição rara em que o bebê nasce com o diâmetro do crânio menor do que a média normal (34 centímetros), a microcefalia acomete sobretudo os fetos cujas mães adquiriram infecções, como por exemplo a toxoplasmose, rubéola e citomegalovírus, especialmente no primeiro trimestre da gravidez, quando o cérebro ainda está em formação.

Embora o Ministério da Saúde pondere que os dados atuais ainda não permitem correlacionar seguramente a infecção pelo zika vírus com a microcefalia, “é de fundamental importância que todos redobrem os cuidados com água parada, uso de repelentes e mosqueteiros, além de evitar regiões com alta infestação de aedes aegypti. Chamo a atenção também para as mulheres que planejam engravidar, pois, diante de toda a situação, não é o melhor momento”, recomendou Arimateia.


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