As 10 maiores bilheterias nos cinemas brasileiros em 2015

Cartaz do filme 'Os Vingadores – Era de Ultron'.
Cartaz do filme 'Os Vingadores – Era de Ultron'.
Cartaz do filme 'Os Vingadores – Era de Ultron'.
Cartaz do filme ‘Os Vingadores – Era de Ultron’.

Os fãs dos grandes filmes não têm muito o que reclamar do ano de 2015. Com grandes estreias, em diversas ocasiões as salas de cinema em todo o mundo ficaram lotadas em diversas oportunidades. No Brasil, a situação não foi diferente. E, com o fim do ano se aproximando, chegou a hora de conferir quais foram as produções que mais se destacaram.

Muito provavelmente você deve estar imaginando que “Star Wars: O Despertar da Força” poderia ser um dos destaques desta lista. Entretanto, tendo estreado apenas no dia 17 de dezembro, é bem possível que não haja tempo hábil para que ele consiga melhores posições em 2015 – mesmo com o faturamento de R$ 33 milhões em apenas quatro dias de exibição no país.

O grande campeão de 2015 nos cinemas brasileiros é “Os Vingadores: Era de Ultron”, que somou R$ 146,1 milhões nas bilheterias. A medalha de prata ficou com “Velozes e Furiosos 7”, que somou R$ 142,4 milhões durante a sua exibição no Brasil. Por fim, a medalha de bronze ficou com a animação “Minions”, que chegou aos R$ 119,9 milhões por aqui.

As 10 maiores bilheterias nos cinemas brasileiros em 2015

1 – Os Vingadores: Era de Ultron – R$ 146,1 milhões

2 – Velozes e Furiosos 7 – R$ 142,4 milhões

3 – Minions – R$ 119,9 milhões

4 – Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros – R$ 90,6 milhões

5 – Cinquenta Tons de Cinza – R$ 87,5 milhões

6 – Jogos Vorazes: A Esperança – Final – R$ 60,7 milhões

7 – Cinderela – R$ 50 milhões

8 – Bob Esponja: Um Herói Fora D’Água – R$ 48,2 milhões

9 – Loucas Para Casar – R$ 45,8 milhões

10 – Divertida Mente – R$ 45,7 milhões

Destaques nacionais

‘Que Horas Ela Volta?’

‘Chatô, o Rei do Brasil’

Segundo reportagem do jornal Estadão, o Brasil continua bem de produção, mantendo a média de mais de 100 longas-metragens ao ano. Nem todos chegam ao circuito comercial. E o País tem dificuldade em aumentar sua participação no mercado, flutuando entre 10% a 15% do market share, ano a ano. O problema tem a ver com a estrutura do mercado exibidor, formatado para o produto estrangeiro.

*Com informações do Estadão e do Tecmundo.


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