Deputado Eduardo Cunha pede ao Ministro da Justiça para investigar denúncia de oferta de propina a Fausto Pinato

O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), encaminhou ofício ao ministro da Justiça solicitando que a Polícia Federal instaure inquérito policial para apurar as supostas denúncias sobre o possível oferecimento de propina ao deputado Fausto Pianto.
O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), encaminhou ofício ao ministro da Justiça solicitando que a Polícia Federal instaure inquérito policial para apurar as supostas denúncias sobre o possível oferecimento de propina ao deputado Fausto Pianto.
O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), encaminhou ofício ao ministro da Justiça solicitando que a Polícia Federal instaure inquérito policial para apurar as supostas denúncias sobre o possível oferecimento de propina ao deputado Fausto Pianto.
O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), encaminhou ofício ao ministro da Justiça solicitando que a Polícia Federal instaure inquérito policial para apurar as supostas denúncias sobre o possível oferecimento de propina ao deputado Fausto Pianto.

O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), encaminhou hoje (11/12/2015) ofício ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, solicitando que a Polícia Federal instaure inquérito policial para apurar as supostas denúncias sobre o possível oferecimento de propina ao deputado Fausto Pianto (PRB-SP), ex-relator do processo contra Cunha no Conselho de Ética da Câmara.

As denúncias foram publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo desta sexta-feira. Na entrevista concedida ao jornal paulista, Fausto Pinato disse que desconhecidos lhe abordaram no aeroporto, em telefonemas e lhe ofereceram vantagens financeiras. Ele também informou que deputados aliados do presidente da Câmara lhe aconselhava a tomar cuidado com o relatório que iria apresentar no Conselho de Ética. Pinato disse que não chegou a receber oferta financeira de aliados de Cunha.

Ainda no ofício ao ministro da Justiça, Eduardo Cunha pede que caso não seja comprovada a veracidade das alegações contidas na matéria jornalística , “seja apurada eventual prática do delito de falsa comunicação de crime, tipificado no Artigo 340 do Código Penal”.


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