Governo fará operação de guerra ao Aedes aegypti com 220 mil homens em todo o País

“Se a sociedade brasileira não chamar a si esta responsabilidade neste momento grave, não seremos vitoriosos”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Castro.
“Se a sociedade brasileira não chamar a si esta responsabilidade neste momento grave, não seremos vitoriosos”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Castro.
“Se a sociedade brasileira não chamar a si esta responsabilidade neste momento grave, não seremos vitoriosos”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Castro.
“Se a sociedade brasileira não chamar a si esta responsabilidade neste momento grave, não seremos vitoriosos”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Castro.

A presidenta Dilma Rousseff determinou, nesta segunda-feira (25/01/2016), que seja travado um combate nacional ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de várias doenças, inclusive a febre zika, que causa microcefalia em bebês. Para isso, no próximo dia 13 de fevereiro o governo vai mobilizar um batalhão de 220 mil homens das Forças Armadas. Eles vão sair de casa em casa, em todo o Brasil, distribuindo panfletos e orientando as famílias a participarem da mobilização para a eliminação dos criadouros do inseto.

 As informações foram dadas pelo ministro da Saúde, Marcelo Castro, após reunião com a presidenta Dilma. “Há 30 anos que esse mosquito habita o País e não conseguimos eliminá-lo. Se a sociedade brasileira não chamar a si esta responsabilidade neste momento grave, de uma das crises maiores de saúde pública já vivida em qualquer tempo no Brasil, não seremos vitoriosos”.

Sobre a operação do dia 13, o ministro prevê que o total de agentes públicos a serem mobilizados poderá até superar os 220 mil. “Não serão só as Forças Armadas [que vão participar], como as polícias militares, os corpos de bombeiros, os agentes de combate às endemias, os agentes comunitários de saúde. Isso daí é um exército de aproximadamente 300 mil pessoas”.

Em entrevista ao Blog do Planalto, Castro lembrou que o governo conta com 266 mil agentes comunitários de saúde, 46 mil agentes de combate às endemias. “E todas essas pessoas estão indo de casa em casa, mobilizados para que a sociedade chame a si essa responsabilidade, para eliminar o mosquito e livrar a população brasileira dessas três graves doenças – dengue, chinkungunya, zika”, disse .

“Principalmente da zika, que causa microcefalia – essa doença grave, irreversível, que impede o desenvolvimento do cérebro, que a pessoa fica dependente de cuidados especiais para o resto da sua vida”.

Distribuição de repelentes

O ministro garantiu que o governo não vai “economizar nada” no combate ao mosquito, o que ainda é a forma mais eficaz de evitar o vírus zika, já que ainda não existe vacina contra a doença. Nesse sentido, o Ministério da Saúde deverá fazer a distribuição gratuita de repelentes às grávidas do Bolsa Família.

“Convocamos os produtores de repelentes, os laboratórios, para quarta-feira [27]. E teremos uma reunião aqui, entre mim, o ministro Jaques Wagner [da Casa Civil] e os representantes dos laboratórios, para ver a disponibilidade de produção. Para a gente adquirir esses repelentes e distribuir para as gestantes que fazem parte do cadastro do Bolsa Família”, afirmou.

O ministro da Saúde recomendou que todas as gestantes devem adquirir o produto nas farmácias e user efetivamente o repelente, para evitar as consequências tão graves da picada do mosquito Aedes aegypti.

*Com informações da Agência Brasil.


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