Presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana aguarda acordo entre Executivo e APLB para pautar projeto

Vereador Reinaldo Miranda Vieira Filho (Ronny) aguarda acordo entre Executivo e APLB para pautar projeto.
Vereador Reinaldo Miranda Vieira Filho (Ronny) aguarda acordo entre Executivo e APLB para pautar projeto.
Vereador Reinaldo Miranda Vieira Filho (Ronny) aguarda acordo entre Executivo e APLB para pautar projeto.
Vereador Reinaldo Miranda Vieira Filho (Ronny) aguarda acordo entre Executivo e APLB para pautar projeto.

Acompanhando a manifestação dos professores nas galerias da Casa da Cidadania de Feira de Santana, na manhã desta segunda-feira (29/02/2016), o presidente do Poder Legislativo feirense, vereador Reinaldo Miranda, Ronny (PSDB) usou a tribuna da Câmara para informar aos presentes que o projeto de lei encaminhado à Casa pelo Executivo, que visa melhorar a condição de trabalho dos professores da rede municipal não foi pautado na ordem de hoje.

De acordo com o presidente, a diretora da APLB, Marlede Oliveira, informou que alguns artigos do projeto não foram acordados com a categoria, então ele irá esperar que professores e Executivo entrem em acordo, reformulem o PL e assim a Câmara irá apreciar e votar.

“Deixamos claro aqui, a semana passada, que se chegasse um projeto de lei de autoria do Executivo a esta Casa, em comum acordo com os professores, nós iríamos votar. Eu assumi esse compromisso como presidente depois de conversar em particular com cada vereador. Na última quinta-feira, tive reunião com os professores, imprensa e depois outra com o líder do Governo e nesse momento eu garanti que se o pl chegasse, eu pautaria”, relembrou.

E o presidente explicou porque o projeto não entrou na pauta desta segunda-feira. “Mas hoje, em conversa com a professora Marlede, fui informado que há no pl alguns artigos que não foram acordados com a categoria. Então, quero deixar claro que o projeto está na Casa mas, não entrou na pauta a pedido da presidente da APLB. Nós estamos prontos para votar mas, só faremos isso quando o projeto estiver em sintonia com vocês. Não adianta cumprirmos a palavra e amanhã surgir outro empasse entre a categoria e o Executivo. Nosso desejo é que a greve acabe mas, por outro lado, respeitamos o direito de vocês fazerem a greve, o que é legal”, disse o presidente se dirigindo aos professores que lotaram as galerias da Câmara.


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