“Michel Temer e Eduardo Cunha vendem a promessa de impunidade”, afirma deputado Joseildo Ramos

Joseildo Ramos: “As figuras que lideram o processo de impeachment, quer sejam tucanas, do DEM, do PMDB, todas elas estão no mínimo, sob suspeita, ou até já viraram réus, a exemplo do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. São essas pessoas que estão vendendo a promessa de impunidade.".
Joseildo Ramos: “As figuras que lideram o processo de impeachment, quer sejam tucanas, do DEM, do PMDB, todas elas estão no mínimo, sob suspeita, ou até já viraram réus, a exemplo do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. São essas pessoas que estão vendendo a promessa de impunidade.".
Joseildo Ramos: “As figuras que lideram o processo de impeachment, quer sejam tucanas, do DEM, do PMDB, todas elas estão no mínimo, sob suspeita, ou até já viraram réus, a exemplo do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. São essas pessoas que estão vendendo a promessa de impunidade.".
Joseildo Ramos: “As figuras que lideram o processo de impeachment, quer sejam tucanas, do DEM, do PMDB, todas elas estão no mínimo, sob suspeita, ou até já viraram réus, a exemplo do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. São essas pessoas que estão vendendo a promessa de impunidade.”.

O deputado estadual Joseildo Ramos (PT), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa, afirmou nesta quarta-feira (13/04/2016) que o processo de impeachment irá trazer grandes consequências para a democracia brasileira. O parlamentar criticou a tentativa de deposição da presidente Dilma Roussef sem qualquer envolvimento em crimes de responsabilidade e alertou que os interesses dos parlamentares flertam com a impunidade.

“As figuras que lideram o processo de impeachment, quer sejam tucanas, do DEM, do PMDB, todas elas estão no mínimo, sob suspeita, ou até já viraram réus, a exemplo do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. São essas pessoas que estão vendendo a promessa de impunidade. E o que será da Lava-Jato? Certamente será amordaçada. E o que será do Ministério Público, que floresceu como peça importante do Estado Democrático de Direito? Será amordaçado”, prevê Joseildo.

O deputado ressaltou que a ruptura democrática pode agravar ainda mais a crise que vive o país pela ausência de legitimidade da linha sucessória. “O que será o dia seguinte da República brasileira com os algozes de Dilma? Não terão tempo fácil, primeiro porque quem estará presidindo nunca teve um voto para presidente, segundo porque é refutado, é rejeitado por 78% da população brasileira e por 73% daqueles que foram às ruas pedindo o impeachment”, concluiu.


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