Salvador: Biblioteca Central dos Barris fechada mostra descaso do governo estadual com a educação, afirma vereador

Vereador Hilton Coelho classifica a greve dos vigilantes que prestam serviços na Biblioteca do Estado da Bahia, conhecida como Biblioteca Central dos Barris.
Vereador Hilton Coelho classifica a greve dos vigilantes que prestam serviços na Biblioteca do Estado da Bahia, conhecida como Biblioteca Central dos Barris.
Vereador Hilton Coelho classifica a greve dos vigilantes que prestam serviços na Biblioteca do Estado da Bahia, conhecida como Biblioteca Central dos Barris.
Vereador Hilton Coelho classifica a greve dos vigilantes que prestam serviços na Biblioteca do Estado da Bahia, conhecida como Biblioteca Central dos Barris.

Membro da Comissão de Educação e presidente da Comissão de Defesa da Criança e do Adolescente, o vereador Hilton Coelho (PSOL) classifica a greve dos vigilantes que prestam serviços na Biblioteca do Estado da Bahia, conhecida como Biblioteca Central dos Barris, como justa e necessária. “O governo estadual contrata empresas que não cumprem a legislação trabalhista e não resta aos trabalhadores outro caminho que não seja a greve. O governador Rui Costa (PT) deve entender que responde de forma subsidiária e deveria se empenhar para resolução dos problemas. O descaso estadual prejudica as pessoas que querem pesquisar e utilizar a biblioteca”, avalia.

Desde 1970 a Biblioteca Pública da Bahia funciona na Rua General Labatut, nos Barris sendo uma referência para estudantes e pesquisadores em geral. “O seu não funcionamento integral é uma vergonha e exige uma ação do governo estadual. A falta de segurança no local, devido à falta de pagamento aos funcionários da empresa Java Segurança. Até quando terceirização vai rimar com descompromisso e calote? A Biblioteca está fechada desde o dia 10, sexta-feira, e nenhuma providência tem sido tomada pelo governo estadual. Protestamos contra esse absurdo e exigimos providências imediatas”.

Para o legislador “fica caracterizado o descompromisso do governo estadual com os direitos trabalhistas e com a educação. Os estudantes ficam sem seu local de referência com o acervo da melhor qualidade que lá está abrigado. Estamos diante de um jogo de empurra em quem sofre são os trabalhadores e a população. O espaço é coordenado pela Fundação Pedro Calmon. A Java Segurança é terceirizada e não paga. A Secretaria de Fazenda do Estado (Sefaz) não repassa a verba necessária. Os trabalhadores não recebem e todos perdem com o descompromisso do governo estadual. A biblioteca é conhecida por conter o maior acervo da América Latina e tem 200 anos de fundação. Será que o governador Rui Costa quer entrar para a história como o que tratou sem responsabilidade tamanho patrimônio cultural?”, questiona e finaliza Hilton Coelho.


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