
Forró, comidas típicas e muita animação não vão faltar no São João. No entanto, em meio à recessão econômica, os brasileiros devem evitar os excessos na hora de ir às compras e festejar. O advogado tributarista, Gutemberg Barros, explica que o país tem uma das maiores cargas tributárias, fator que reflete na inflação dos produtos.
Produtos típicos da época, de acordo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), não ficam fora da lista salgada para o bolso do consumidor. Itens como fogos de artifício e quentão podem atingir a casa dos 60% de carga tributária. A cerveja e o refrigerante em lata também não ficam atrás, representando uma média de 50% e 47%, respectivamente.
Especialista no assunto, Gutemberg conta que a elevação do valor do produto acontece, em muitos casos, por conta da necessidade do cliente. “Quanto mais supérfluo, como as bebidas alcóolicas e os fogos de artifício, maior o imposto incidente”, explica o tributarista, ressaltando que as comidas típicas e as vestimentas mais usadas na época, como jeans (38,53%), blusas xadrez (34,67%) e chapéu de palha (33,95%), também têm valores alterados por conta dos impostos.
Gutemberg conta que o processo de industrialização também soma impostos, no caso das bebidas. Em relação aos fogos, a proibição devido ao perigo estimula a alta do tributo. Por conta da crise, a dica é aproveitar a lei da oferta e pesquisar os melhores preços do mercado.
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