Rapadura Xique-chico faz show de abertura da turnê D’o Rappa em Salvador

Rapadura Xique-chico faz show de abertura da turnê D’o Rappa em Salvador.
Rapadura Xique-chico faz show de abertura da turnê D’o Rappa em Salvador.
Rapadura Xique-chico faz show de abertura da turnê D’o Rappa em Salvador.
Rapadura Xique-chico faz show de abertura da turnê D’o Rappa em Salvador.

O Rappa traz sua nova turnê, no mesmo formato do DVD “O Rappa – Acústico Oficina Francisco Brennand” para Salvador, no dia (22/10/2016), em apresentação no Wet´n Wild. O show de abertura fica por conta do irreverente RAPadura Xique-Chico.

Considerado pelo Prêmio Hutúz 2007/2009 o melhor artista Norte/Nordeste do século XXI e premiado na categoria “conexões” do Prêmio Cultura Hip Hop Preto Ghóez, o cearense Francisco Igor Almeida do Santos, mais conhecido como RAPadura Xique Chico, é uma das maiores revelações da música brasileira nos últimos anos.

O jovem artista vem despertando a admiração de importantes figuras da música brasileira como O Rappa, Lenine, Marcelo D2 e muitos outros que se renderam ao “rapente”, uma mistura de rap e repente, som que só ele faz.

Os ingressos para esse encontro de sons d’O Rappa e de RAPadura Xique-Chico já estão disponíveis nos Balcões de Ingressos e no site http://www.BilheteriaVirtual.com. O passaporte para o show pode ser parcelados em até três vezes sem juros, por tempo limitado.

RAPadura Xique-Chico

Integrante de uma produtiva safra da música popular brasileira, RAPadura pode ser considerado um artista de vanguarda. A inusitada “embolada” do rap com o repente, o coco, o maracatu, a capoeira, o forró, o baião e as cantigas de roda, fazem dele um dos percussores no século XXI, de um movimento em defesa da cultura popular que surge da integração do rap contemporâneo à música de raiz. RAPadura desenvolve um trabalho voltado para o universo do canto falado. Uma mistura arrojada de rap com a tradição da cultura popular brasileira. Suas letras são contundentes e exalam uma linguagem poética sem perder a identificação com o povo. Falam do Nordeste, da seca,

do agricultor, da mulher rendeira e também falam da cidade e dos processos de urbanização. “Vejo o meu trabalho como uma verdadeira preservação das nossas raízes culturais do Brasil”, afirma o artista.

Francisco Igor Almeida do Santos nasceu em 1984, no município de Lagoa Seca, uma Vila na periferia de Fortaleza (CE), e como centenas de sertanejos, migrou com sua família para Brasília em 1997, quando ainda era adolescente. O apelido vem da sua paixão pela rapadura, nome de um famoso doce tipicamente nordestino, feito do puro sumo da cana e conhecido por fornecer muita energia e vitalidade para quem o consome.

A saudade que sentia do Nordeste o influenciou na composição de suas primeiras músicas. A inspiração chegou por necessidade quando decidiu fazer uma “coisa diferente”, uma música que as pessoas gostassem de ouvir. Comprou alguns discos de baião e começou a ouvir em casa.

Com 8 faixas, o CD faz muita gente dançar com “Maracatu de cá pra lá”. Traz uma declaração ao seu “Norte e Nordeste me veste”, fala de um “Amor Popular”, de uma “Moça Namoradeira”. “Tu e Eu” vão cantar “Rima Junina” em uma “Fita embolada de Engenho” de um Rapadura que é “Doce mas num é mole”, não.

Exportando o sumo da cana para o mundo, o público que vai ao show do RAPadura confere uma verdadeira celebração, onde tem-se no palco uma comprometida parceria com artistas e ativistas do campo e da cidade, ou seja, Art’vistas.

Este é o RAPadura Xique Chico, artista ímpar na cultura brasileira. RAPadura

por essência, Xique por resistência, Chico por sorte de ‘bença’. “Não vejo cabra da peste, só carioca e paulista, só freestyleiro em nordeste, não querem ser repentistas, rejeitam xilogravura, o cordel que é literatura, quem não tem cultura, jamais vai saber o que é RAPadura!”

Agenda

Data: 22 de outubro de 2016 (Sábado)

Local: Wet’n Wild | Endereço: Av. Luís Viana, 280 – Cajazeiras, Salvador

Show de abertura: Rapadura Xique-Chico


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