Supremo Tribunal Federal reage à investida da Força-tarefa da Lava Jato e PGR suspende negociação de delação premiada com ex-presidente da OAS

Ministro Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli na capa da revista Veja. Segundo a revista, ministro é citado em delação.
Ministro Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli na capa da revista Veja. Segundo a revista, ministro é citado em delação.
Ministro Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli na capa da revista Veja. Segundo a revista, ministro é citado em delação.
Ministro Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli na capa da revista Veja. Segundo a revista, ministro é citado em delação.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) suspendeu a negociação para que um possível acordo de delação premiada fosse feito com o ex-presidente da construtora OAS, Léo Pinheiro. A informação foi confirmada pela procuradoria, mas os motivos que levaram ao encerramento da negociação para o acordo não foram informados.

De acordo com reportagem publicada na sefunda-feira (22/08/2016) pelo jornal O Globo, o motivo do cancelamento da negociação foi o vazamento de informações sobre a delação de Léo Pinheiro, em reportagem divulgada pela revista Veja na edição desta semana.

Fontes do Jornal Grnade Bahia informaram que a ação da PGR é decorrente da insatisfação do STF com a investida da Força-tarefa da Lava Jato contra membro da corte. A fonte revelou que a Corte de Justiça determinou abertura de inquérito policial com a finalidade de indentificar o possível autor do vazamento de informações.

Condenação

Em agosto do ano passado, o empresário foi condenado pelo juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, em um processo da Operação Lava Jato, a 16 anos e 4 meses de prisão. O ex-presidente da OAS recebeu a condenação pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção e por pertencer a organização criminosa.

Pinheiro ainda é réu em outras duas ações na Operação Lava Jato. Em uma delas, a denúncia foi recebida em maio deste ano pelo juiz Sérgio Moro. A denúncia foi feita pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-senador Gim Argello (PTB-DF) e mais oito pessoas, entre elas, Léo Pinheiro.


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