Pesquisa aponta que 23% dos adolescentes baianos sofrem com a obesidade

Obesidade infantil atinge população baiana.
Obesidade infantil atinge população baiana.
Obesidade infantil atinge população baiana.
Obesidade infantil atinge população baiana.

Os maus hábitos, a alimentação predominantemente industrializada, repleta de componentes químicos nada saudáveis, associados ao sedentarismo, são os principais fatores para o aumento de um índice alarmante: a obesidade. Considerado como um dos maiores problemas de saúde pública do mundo pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade cada vez mais se volta para as crianças e adolescentes e assusta pelos números.

De acordo com uma pesquisa de uma entidade latino-americana voltada ao combate ao peso, o número de pessoas obesas dentro dessa faixa etária aumentou mais de 200% nos últimos 10 anos em todo o país. Dessa forma, é fundamental conhecer quais são as principais consequências do aumento abusivo do peso entre os jovens, para saber como lidar com o problema, antes que cause riscos à saúde.

“A obesidade ocorre principalmente por causa de um consumo de calorias em excesso, ou seja, em função de uma alimentação que se caracteriza por ultrapassar o valor calórico usado pelo organismo para a sua manutenção e para que o corpo realize atividades diárias”, explica Sara Frediani, nutricionista da Hammer Academia. Na Bahia, os números também chamam a atenção. Segundo o Estudo dos Riscos Cardiovasculares em Adolescentes (ERICA), elaborado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, 23% das pessoas entre 12 e 17 anos na Bahia estão obesas ou com sobrepeso.

Normalmente, a obesidade na adolescência vem acompanhada de inúmeras complicações para a saúde, entre elas hipertensão, diabetes, e complicações ortopédicas. Além das mudanças na alimentação, incentivar a atividade física é de extrema importância para uma vida saudável na adolescência. Para evitar sucumbir aos impulsos, as dicas são de, na hora do lanche, adicionar alimentos ricos em fibras e/ou gorduras associados às frutas, por exemplo, castanhas, amêndoas, sementes e farelos como a aveia.

Por outro lado, tentar ao máximo colocar para fora da lista de alimentos refrigerantes, salgadinhos, biscoitos recheados e sucos industrializados. “Eles possuem muitos corantes, conservantes e adoçantes, que apesar de possuírem calorias, promovem efeitos negativos ao organismo e em excesso podem ser causadores de diversas doenças”, alerta Sara.


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