Representação sindical da Polícia Civil lança ações para pressionar o governo da Bahia a atender reivindicações

Plenária Unificada, no auditório da Associação dos Funcionários Públicos do Estado da Bahia.
Plenária Unificada, no auditório da Associação dos Funcionários Públicos do Estado da Bahia.
Plenária Unificada, no auditório da Associação dos Funcionários Públicos do Estado da Bahia.
Plenária Unificada, no auditório da Associação dos Funcionários Públicos do Estado da Bahia.

Após um semestre de lançada a campanha  ” Pelo Salário de Nível Superior”, dos Escrivães e Investigadores, da Polícia Civil do Estado da Bahia, na manhã desta quinta-feira (01/09/2016), a categoria promoveu a II Plenária Unificada, no auditório da Associação dos Funcionários Públicos do Estado da Bahia, localizada na Carlos Gomes, centro da capital baiana.  O objetivo da Plenária foi fazer um balanço das atividades e ações realizadas no primeiro semestre e apontar novos encaminhamentos destinados aos próximos meses.

Os escrivães e investigadores realizaram no início do ano carreata em direção à Governadoria, Campanha de doação de sangue, audiências públicas na ALBA,  entre outras ações com o intuito de pressionar o Governo do Estado a fazer o enquadramento na tabela salarial de Nível Superior, conforme consta na Lei Orgânica que rege a Polícia Civil  ( nº 11.370/2009 ).  A categoria teve reunião com representantes da SERIN e da SAEB, mas, até  o momento, não obteve nenhum retorno.

Durante a Plenária, a categoria encaminhou as respectivas propostas: Caravana do Movimento Unificado- visita a todas as Coorpins; arrecadação e doação de alimentos e donativos ; confecção de cartazes e panfletos; publicidade externa; Entrega de nota técnica ao Presidente da Assembleia Legislativa às bancadas de oposição e situação; Operação Padrão por uma semana.   O investigador e um dos Coordenadores da campanha, Kleber Rosa, destacou que a perspectiva do movimento é endurecer e intensificar as ações para pressionar o Governador Rui Costa . Uma dessas ações será a “Operação Padrão”. A gente vai utiliza os recursos legais para paralisar as atividades sem precisar fazer greve. Uma maneira alternativa  de pararmos os serviçoe pressionarmos os poderes públicos!”, frisou.


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