Operação Quali: MP deflagra ação objetivando desarticular quadrilha que frauda licitações do setor gráfico; mandados são cumpridos em Salvador e Lauro de Freitas

Os alvos da ‘Operação Quali’ são empresas que atuam no ramo de impressos gráficos. De acordo com as investigações, as empresas atuam há anos na capital e no interior da Bahia. O superfaturamento é de 20% do valor contratado, estima MPBA.
Os alvos da ‘Operação Quali’ são empresas que atuam no ramo de impressos gráficos. De acordo com as investigações, as empresas atuam há anos na capital e no interior da Bahia. O superfaturamento é de 20% do valor contratado, estima MPBA.
Os alvos da ‘Operação Quali’ são empresas que atuam no ramo de impressos gráficos. De acordo com as investigações, as empresas atuam há anos na capital e no interior da Bahia. O superfaturamento é de 20% do valor contratado, estima MPBA.
Os alvos da ‘Operação Quali’ são empresas que atuam no ramo de impressos gráficos. De acordo com as investigações, as empresas atuam há anos na capital e no interior da Bahia. O superfaturamento é de 20% do valor contratado, estima MPBA.

O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) deflagrou no início da manhã desta segunda-feira (28/11/2016), uma operação para desarticular organização criminosa envolvida com a prática de fraudes em licitações.

A ‘Operação Quali’ é realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas do MP (Gaeco) com o apoio do Departamento de Combate ao Crime Organizado da Polícia Civil (Draco) e do Centro de Operações Especiais (COE), da Polícia Civil. Estão sendo cumpridos 21 mandados de busca e apreensão, 8 mandados de prisão temporária e 6 de condução coercitiva em Salvador e Lauro de Freitas.

Os alvos da operação são empresas que atuam no ramo de impressos gráficos e que formaram cartel para vencerem licitações em órgãos públicos estaduais e municipais. De acordo com as investigações, o grupo atua há anos na capital e no interior da Bahia e tem conseguido vencer licitações, com preços superfaturados, em diversos órgãos. O superfaturamento, aponta o Gaeco, gira em torno de 20% do valor do serviço, sendo que milhões de reais já foram desfalcados dos cofres públicos.


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