
Em nota, o Sistema ONU no Brasil lamentou profundamente o falecimento de Dom Paulo Evaristo Arns, cuja trajetória de vida marcou-se pela defesa dos direitos humanos, em especial de presos políticos durante o regime militar, não apenas no Brasil, como também na América Latina. Criou a Comissão de Justiça e Paz de São Paulo e a Pastoral da Infância na década de 1980 com o apoio da irmã, Zilda Arns, que morreu no terremoto de 2010 no Haiti, enquanto prestava serviços humanitários.
Sob o comando de Javier Pérez de Cuéllar na ONU, Dom Paulo foi o primeiro brasileiro a receber o Prêmio Nansen do Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR), em 1985, pelo trabalho com os refugiados na América Latina e como incansável defensor de direitos humanos.
Seu trabalho é um exemplo e inspiração para todos que lutam por um mundo mais justo e menos desigual.









