Com R$ 3,2 bilhões aplicados em obras e ações de infraestrutura e desenvolvimento social, Bahia fica em segundo no ranking nacional de investimentos dos estados em 2016

Governador Rui Costa evidencia competência administrativa e afasta Estado da Bahia da falência em que se encontram outros estados da federação.
Governador Rui Costa evidencia competência administrativa e afasta Estado da Bahia da falência em que se encontram outros estados da federação.
Governador Rui Costa evidencia competência administrativa e afasta Estado da Bahia da falência em que se encontram outros estados da federação.
Governador Rui Costa evidencia competência administrativa e afasta Estado da Bahia da falência em que se encontram outros estados da federação.

Com R$ 3,2 bilhões aplicados em obras e ações de infraestrutura e desenvolvimento social na capital e no interior, a Bahia ficou em segundo lugar no ranking de investimentos públicos realizados pelos estados brasileiros em 2016, sendo superada apenas por São Paulo, que tem orçamento cinco vezes maior e investiu R$ 8,3 bilhões. Considerando-se a soma dos valores registrados no biênio 2015-2016, o governo baiano totalizou R$ 5,5 bilhões e também foi destaque no cenário nacional. Bahia, São Paulo e Minas Gerais são os três únicos estados a registrar mais de R$ 5 bilhões investidos no período.

Os dados foram extraídos dos relatórios de demonstrações contábeis divulgados por 23 estados em seus portais de transparência e no Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconf), mantido pela Secretaria do Tesouro Nacional. Ainda não estão disponíveis os dados de Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Pará e Roraima.

Tomando-se como parâmetro a evolução dos valores investidos entre 2015 e 2016, a Bahia também se destaca, tendo registrado o segundo melhor desempenho entre os maiores estados brasileiros e ficando atrás apenas do Paraná. Mesmo com a recessão econômica, o investimento do governo baiano cresceu 41,4% no estado, considerando-se os valores relativos aos três poderes. Se levado em conta apenas o investimento do Executivo, a evolução foi maior: 45,04%.

Os recursos impulsionaram obras e ações em todo o estado, ampliando a infraestrutura necessária ao desenvolvimento econômico e contribuindo também para gerar emprego e renda. As áreas em que o Estado mais investiu foram as de Desenvolvimento Urbano, Infraestrutura Hídrica, Infraestrutura, Segurança Pública, Saúde, Educação, Desenvolvimento Econômico, Justiça e Direitos Humanos, Cultura, Trabalho, Emprego, Renda e Esporte e Administração Penitenciária.

Destaque, na área de infraestrutura, para obras como o Metrô de Salvador e as novas vias estruturantes Linha Azul, Linha Vermelha e Via Expressa Barradão/Paralela, em Salvador, e, no interior, a Via Atlântica, a Via Metropolitana Camaçari-Lauro de Freitas, a construção e a recuperação de estradas, a Ponte do Pontal, em Ilhéus, e a Barragem do Rio Colônia, em Itapé.

Na área social, são destaques na capital o Programa de Contenção de Encostas, a segunda etapa do Hospital Geral do Estado (HGE 2), o Hospital da Mulher, a recuperação de ruas do Centro Antigo e o Centro de Operações e Inteligência da Secretaria da Segurança Pública. No interior, estão entre os destaques os hospitais da Chapada Diamantina e do Cacau, a implantação de policlínicas e a construção de escolas.

Equilíbrio fiscal

Além de ampliar os investimentos públicos, a Bahia encerrou 2016 em dia com outros importantes parâmetros de equilíbrio fiscal. O Estado vem mantendo os salários dos servidores rigorosamente em dia, vem honrando os compromissos com os fornecedores e tem a dívida sob controle. Parte dos valores investidos é proveniente de recursos obtidos pelo Estado via operações de crédito graças à capacidade de endividamento do governo baiano, ressalta o secretário da Fazenda do Estado, Manoel Vitório.

Com uma dívida consolidada líquida equivalente a metade da receita corrente líquida, a Bahia é um dos estados em melhores condições no país neste quesito. De acordo com a legislação, os governos estaduais podem comprometer o equivalente a até duas vezes a sua receita com dívidas.

A Bahia está muito aquém desse patamar, ao contrário dos maiores estados brasileiros, como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo, que já ultrapassaram ou estão prestes a ultrapassar o limite legal e contam, portanto, com baixa capacidade de endividamento. “Só dependemos do aval da União para contratar novas operações para manutenção da nossa pauta de investimentos”, explica o secretário Manoel Vitório, lembrando que recentemente, após o sinal verde do Tesouro Nacional, o governo aprovou na Assembleia Legislativa a autorização para empréstimo de R$ 600 milhões junto ao Banco do Brasil, destinado a reforçar os investimentos públicos em diversas áreas.


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