Vereador Luiz Ferreira promete apoiar torcida organizada do Fluminense de Feira de Santana

Vereador Luiz Ferreira Dias (Luiz da Feira) e membros da torcida organizada do Fluminense de Feira de Santana.
Vereador Luiz Ferreira Dias (Luiz da Feira) e membros da torcida organizada do Fluminense de Feira de Santana.
Vereador  Luiz Ferreira Dias (Luiz da Feira) e membros da torcida organizada do Fluminense de Feira de Santana.
Vereador Luiz Ferreira Dias (Luiz da Feira) e membros da torcida organizada do Fluminense de Feira de Santana.

Uma das maiores torcidas organizadas do Fluminense de Feira, a Falange Tricolor terá o apoio do vereador Luiz Ferreira Dias, o Luiz da Feira (PPL). Durante reunião com membros da diretoria, na noite desta quarta-feira, (22/03/2017), o edil se comprometeu em ajudá-los a regularizar a documentação que dará legalidade a torcida.

Luiz da Feira foi recebido por Leandro Fonseca, Diego Pires, Társio Oliveira e Anderson Mota, que representaram os demais integrantes da Falange Tricolor. Eles informaram que a torcida só dispõe do estatuto e da ata da primeira assembleia como documentos. “Agradecemos esse grande apoio do vereador para que possamos legalizar a nossa torcida”, disse Diego Pires.

O vereador comentou que também é torcedor do Fluminense de Feira, que costuma ir ao Estádio Aberto Oliveira, o Joia da Princesa, torcer pelo time e se mostrou disponível em ajudar os torcedores a regularizar essa situação.

Torcida mantém sede nas Baraúnas

A Falange Tricolor, cuja sede está situada num imóvel alugado na avenida Riachuelo, bairro Baraúnas, existe desde 2000 e conta atualmente com cerca de 400 membros. É neste espaço que eles se reúnem antes ou após os jogos do Fluminense, são vendidos ingressos, comercializam a camisa oficial, entre outros serviços.

Os representantes da torcida demonstraram o desejo ao vereador em realizar atividades de cunho social no local. “É uma forma de aproximar os torcedores, trazendo-os para dentro da sede”, disse Leandro Fonseca.

Também comentaram sobre as despesas que têm que assumir por mês, a exemplo do aluguel do imóvel, passagens de ônibus e contas de energia. “Temos alguns colaboradores que nos ajudam a manter as despesas, contribuindo com R$ 10 a R$ 20 por mês, mas nem sempre esse valor é suficiente para cobrir os gastos”, pontuou Diego Pires.


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