
Os consumidores, antes de se motivar com o preço baixo, devem observar atentamente se o peixe está dentro dos padrões adequados para o consumo. Técnicos da Vigilância Sanitária e do Procon estiveram, nesta sexta-feira, (07/04/2017), no Centro de Abastecimento, e fiscalizaram as peixarias.
A Vigilância Sanitária observou, além das condições físicas dos peixes frescos e mariscos, como o alimento estava exposto nas bancas. Não viu problemas.
Prepostos do Procon observaram as relações de consumo, com vistas para que os clientes não saiam prejudicados nestas transações. A chefe da Viep, Kézia Carneiro, disse que neste período parte dos católicos aumenta o consumo de peixe. Daí a necessidade da fiscalização.
Viram as condições que camarões e lagostas são acondicionadas – em vasilhas com água gelada e sob uma cobertura de gelo. Tidas como corretas. O veterinário Edvaldo Nogueira orienta que antes da compra, o consumidor deve fazer algumas observações no peixe escolhido.
Olhar as condições da escama – se soltar facilmente, o pescado está estragado, os olhos devem estar brilhando e as brânquias, vermelhas. “Ele deve apertar a pele, que não deve ficar marcada. A consistência da carne deve ser observada, e nem a barriga estar inchada”, diz o veterinário.
Lagosta em boa qualidade não se despedaça, mesmo que tenha parte dela puxada. Outro detalhe apontado por Evdaldo Nogueira é que o cheiro do peixe deve ser agradável.
De acordo com ele, os mariscos demandam mais tempo para iniciar o processo de putrefação. Daí a necessidade de uma observação mais detalhada.









