Greve mobiliza cerca de 40 entidades em Feira de Santana; protestos cobram fim das reformas e do governo usurpador de Michel Temer

Em Feira de Santana, trabalhadores cobram o fim do Governo Temer.
Em Feira de Santana, trabalhadores cobram o fim do Governo Temer.
Setores organizados da sociedade de Feira de Santana protestaram contra as reformas propostas pelo Governo Temer.
Setores organizados da sociedade de Feira de Santana protestaram contra as reformas propostas pelo Governo Temer.
Em Feira de Santana, trabalhadores cobram o fim do Governo Temer.
Em Feira de Santana, trabalhadores cobram o fim do Governo Temer.

Na manhã desta sexta-feira (28/04/2017) ocorreu em Feira de Santana a greve geral contra as reformas da previdência, trabalhista e ensino médio, propostas pelo Governo Temer e em Tramitação do Congresso Nacional. Além das críticas às reformas, foram registrados, também, protestos pelo fim do governo usurpador do presidente Michel Temer (PMDB/SP).

O protesto conseguiu reunir cerca de 40 entidades trabalhistas e eclesiásticas de Feira de Santana, dentre elas: Coletiva de Mulheres Sou Frida, Associação dos Professores Licenciados do Brasil (APLB Sindicato), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento de Organização Comunitária (MOC), Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Feira de Santana (ADUFS), CETAB Bahia, Sindicatos dos Bancários, Sindicato dos Metalúrgicos, Sindicato dos Borracheiros, Sindicato dos Rodoviários, Arquidiocese, Ciranda das Mulheres, entre outras. De acordo com organização da passeata, estima-se que cerca de 7 mil pessoas foram as ruas.

Segundo Iracema Santos, coordenadora do Coletivo de Mulheres Sou Frida, a greve geral vai ter um saldo positivo, tanto em Feira de Santana, como no Brasil, por conseguir arregimentar parcela significativa dos trabalhadores.

“Acho que a greve no país vai ter um saldo positivo. Em Feira de Santana está tendo. Nós tivemos o comércio parado, os bancários pararam, os rodoviários pararam. Então a gente acha que a greve é muito importante porque se a gente não se organizar para lutar pelos nossos direitos que o país conquistou, que o trabalhador conquistou, vai pelo ralo. ”, comentou Iracema Santos.


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