Vereador critica atraso no repasse de recursos para a assistência social de Feira de Santana

Cadmiel Pereira: presenciamos um retrocesso e quem mais sofre com isso são as pessoas que precisam dos programas sociais.
Cadmiel Pereira: presenciamos um retrocesso e quem mais sofre com isso são as pessoas que precisam dos programas sociais.
Cadmiel Pereira: presenciamos um retrocesso e quem mais sofre com isso são as pessoas que precisam dos programas sociais.
Cadmiel Pereira: presenciamos um retrocesso e quem mais sofre com isso são as pessoas que precisam dos programas sociais.

No uso da tribuna, na sessão ordinária desta quarta-feira (13/09/2017), na Câmara de Vereadores de Feira de Santana, o vereador Cadmiel Pereira (PSC) criticou o atraso no repasse dos recursos para as políticas públicas voltadas para a assistência social. Segundo ele, sem os repasses fica impossível a execução de programas e projetos sociais em Feira de Santana.

“No último dia 6 de setembro houve uma reunião do Conselho Nacional de Assistência Social, onde foi colocada a proposta de redução de mais de 40% do orçamento de 2018 para as políticas públicas nacionais de políticas sociais. Quando penso que vamos avançar presenciamos um retrocesso e quem mais sofre com isso são as pessoas que precisam dos programas sociais. Vamos sair de um repasse de R$ 59 bilhões para quase sua metade”, relatou Cadmiel.

Ainda na tribuna, o edil lembrou de uma resolução do governador Rui Costa que determina que estes repasses sejam regulares, automáticos e contínuos. “Mas, os repasses estão atrasados prejudicando o andamento dos programas. O IGD Bolsa está atrasado deste março, o IGD Suas desde maio e o Cofinanciamento do Estado desde junho. Assim, não há como o Dispensário Santana, Lar do Irmão Velho, Orfanato Evangélico, CRAS, CREAS e outros darem continuidade à suas atividades, independentemente de quem seja o gestor da cidade”, pontuou.

Para finalizar, Cadmiel avaliou que os idosos, deficientes e pessoas carentes têm suas vidas colocadas em xeque com o atraso destes repasses. “Todas as instituições estão sendo colocadas em risco e em situação de calamidade. Então, não podemos aceitar o corte destes repasses do Suas, pois precisa avançar e não retroceder”, findou.


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