O governador Rui Costa decretou, na tarde desta quarta-feira (15/11/2017), luto oficial no estado de um dia pela morte do artista plástico Frans Krajcberg. “Não tenho palavras para definir o que significa a perda do artista plástico Frans Krajcberg para a Bahia e para o mundo” afirmou o governador em seu perfil oficial no Facebook.
Rui destacou a dedicação do artista, que morreu aos 96 anos, à defesa do meio ambiente. “Esculpiu, impressionou e sensibilizou a todos. Tudo o que ele construiu continua preservado para esta e para novas gerações”, concluiu o governador.
Secretário estadual Jaques Wagner lamenta morte de Frans Krajcberg
O secretário de Desenvolvimento Econômico Jaques Wagner e sua esposa Fátima Mendonça lamentaram a morte do artista plástico Frans Krajcberg, 92 anos.
“Judeu, nascido na Polônia, Krajcberg era baiano porque foi agraciado com Título de Cidadão da nossa terra; era baiano porque optou pela Bahia; era baiano porque pelo nosso povo foi adotado”, disse Wagner.
Sua importância é ímpar, explicou o ex-governador: “Fugido dos horrores do holocausto, fez da defesa da natureza a luta da sua vida, despertando nossa atenção para uma violência cometida contra as futuras gerações e que muitas vezes passa despercebida”.
Deputado Sandro Régis expressa pesar em memória de Frans Krajcberg
Foi com muita tristeza que o deputado estadual Sandro Régis (DEM) recebeu a notícia do falecimento do artista plástico polonês Frans Krajcberg. Devotado ao meio ambiente, Krajcberg era conhecido como “O guardião da Floresta”. Ele transformava troncos de árvores provenientes de queimadas em matéria-prima para suas esculturas.
“Sempre foi uma luta pessoal de Frans Krajcberg mostrar como o homem maltrata a natureza e o quanto é preciso que todos tratem melhor o nosso planeta. Essa sua mensagem se espalhou pelo mundo. Em vida contou mais de 10 mil mudas de árvores nativas plantadas e cuidadas por ele mesmo”, declarou Sandro Régis.
Ainda segundo o parlamentar, por incrível que possa parecer, a atividade ambiental de Krajcberg e o seu linguajar artístico único foram mais compreendidos no exterior do que entre os brasileiros. Ele foi escolhido como Melhor Escultor do Mundo pelo Prêmio Enku do Japão e ganhou a medalha Vermeil de Paris.
“Suas obras funcionavam também como mensagem de que ainda é possível salvar o planeta. Fico muito triste com o seu falecimento. Além de uma grande perda profissional, perdemos um ser humano incrível! Presto minha solidariedade a todos os familiares e amigos, que neste momento tão difícil precisam de força e equilíbrio”, salientou Régis.
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