União, solidariedade e direitos humanos são chaves na luta contra terrorismo, diz secretário-geral da ONU

Secretário-geral da ONU, António Guterres sugeriu cinco prioridades no combate ao terrorismo.
Secretário-geral da ONU, António Guterres sugeriu cinco prioridades no combate ao terrorismo.
Secretário-geral da ONU, António Guterres sugeriu cinco prioridades no combate ao terrorismo.
Secretário-geral da ONU, António Guterres sugeriu cinco prioridades no combate ao terrorismo.

Secretário-geral da ONU discursou na Escola de Estudos Orientais e Africanos, Soas, da Universidade de Londres; António Guterres sugeriu cinco prioridades no combate ao fenômeno.

Os direitos humanos são, sem dúvidas, uma parte da solução na luta contra o terrorismo. A avaliação é do secretário-geral da ONU, António Guterres. Ele discursou, nesta quinta-feira (16/11/20117), na Escola de Estudos Orientais e Africanos, Soas, na Universidade de Londres.

Para Guterres, o terrorismo está “profundamente enraizado na falta de esperança e no desespero” e “prospera quando as pessoas marginalizadas encontram apenas indiferença e niilismo”.

Números

O chefe da ONU declarou ainda que o terrorismo é “fundamentalmente a negação e destruição de direitos humanos” e que a luta contra o fenômeno nunca “terá êxito perpetuando a mesma negação e destruição”.

Segundo o secretário-geral, todos os direitos humanos, incluindo direitos econômicos, sociais e culturais, são “sem dúvidas uma parte da solução na luta contra o terrorismo”.

Ele ressaltou que no ano passado, pelo menos 11 mil ataques terroristas ocorreram em mais de 100 países, resultando em mais de 25 mil mortes e 33 mil pessoas feridas.

Cinco prioridades

Guterres sugeriu cinco prioridades para conter o terrorismo.

Em primeiro lugar, ele afirmou ser preciso “cooperação internacional muito mais forte”.  Como segundo ponto, ele disse que o caminho para um combate mais efetivo ao terrorismo é um “foco sustentado na prevenção”.

O secretário-geral também defendeu que a defesa dos direitos humanos e do Estado de direito é a “forma mais segura de evitar um círculo vicioso de instabilidade e ressentimento”.

Para Guterres é necessário ainda “vencer a batalha das ideias”. Por fim, o chefe da ONU disse ser preciso “erguer as vozes das vítimas do terrorismo”.

Esta é a última parada de uma viagem oficial à Ásia e à Europa. Na quarta-feira, António Guterres pediu mais ambição a líderes internacionais para combater a mudança climática durante a conferência da ONU sobre o tema, COP 23, em Bonn, na Alemanha.

*Com informações da Radio ONU.


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