Feira de Santana: Mais de 27 mil pessoas estão cadastradas para atendimento nos CAPS

Atendimento realizado em unidade do Centro de Atenção Psicossocial, em Feira de Santana.
Atendimento realizado em unidade do Centro de Atenção Psicossocial, em Feira de Santana.
Atendimento realizado em unidade do Centro de Atenção Psicossocial, em Feira de Santana.
Atendimento realizado em unidade do Centro de Atenção Psicossocial, em Feira de Santana.

A Rede de Saúde Mental em Feira de Santana fechou 2017 com 27.385 pessoas, que sofrem com algum tipo de transtorno psíquico, cadastradas nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Elas são assistidas em seis unidades do CAPS existentes no município e administradas pela Secretaria de Saúde. A informação é da coordenadora da Rede, Robervânia Cunha.

Com atendimento voltado a pessoas com transtornos mentais severos, graves ou persistentes, os Centros de Atenção Psicossocial promovem a reinserção social de seus pacientes, por meio de tratamento medicamentoso, terapêutico e acompanhamento por uma equipe multiprofissional.

Uma das unidades da Rede de Saúde Mental é o CAPS João Carlos Lopes Cavalcante (conhecido como CAPS III). Localizado na Rua Francisco Martins da Silva, no Bairro Capuchinhos, funciona em regime 24h, com disponibilização de leitos para pacientes que necessitem de internamento. Apenas neste equipamento, 6.831 pessoas são acompanhadas.

Situação de risco é prioridade no atendimento

O atendimento na Rede de Saúde Mental é porta aberta, demanda espontânea de pacientes cadastrados, quando encaminhados, através de um profissional médico, por estarem em situação de risco, informa a coordenadora do serviço, Robervânia Cunha. Uma agitação, ou mesmo um surto, são indícios de que a pessoa necessita passar por uma avaliação médica. Em princípio, o paciente fica em observação e após um breve período, caso não registre melhora no quadro, é encaminhado para internamento na unidade especializada.

Jovem assistida há três anos elogia tratamento

A paciente B. S., 21 anos, acompanhada há três anos pelo CAPS João Carlos Lopes Cavalcante (CAPS III), segue internada na unidade, devido a recomendações médicas. Há cerca de nove anos, ela foi identificada com alguns transtornos psíquicos. A jovem se sente acolhida no Centro. “Fui acompanhada pela rede particular durante seis anos e percebo que a equipe do CAPS é excelente. Há uma diferença no atendimento, o tratamento é bem melhor”.


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